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Destaque na Folha de São Paulo: Lançamentos tendem a ir para bairros da zona leste mais afastados do centro

ALESSANDRA MILANEZ
SÃO PAULO

A zona leste ganhou nos últimos cinco anos 34.213 novos imóveis, o segundo maior crescimento registrado em São Paulo, atrás apenas da zona sul. Se o Tatuapé e a Vila Prudente concentram a expansão atual da região, especialistas apontam que os novos empreendimentos tendem a migrar para os bairros mais afastados do centro.

Iguatemi e São Rafael, ambos na região de São Mateus, e Cidade Tiradentes e José Bonifácio, na região de Itaquera, devem ser os novos polos da verticalização da região, segundo projeção da Mondeluz, empresa de inteligência em negócios imobiliários.

Para saber quais bairros têm maior potencial de crescimento, a Mondeluz usou dados da Fundação Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados) e da Prefeitura de São Paulo e cruzou a projeção de crescimento do número de domicílios com a de habitantes até 2040.

Além do crescimento populacional, esses bairros da fronteira leste da cidade têm a seu favor a disponibilidade de terrenos e o desenvolvimento de comércio, serviços e infraestrutura, diz Edgar Ueda, diretor de planejamento estratégico da Mondeluz.

Um dos principais vetores de crescimento são as expansões do metrô. Mesmo sem previsão para começar as obras, há um projeto para o prolongamento da Linha 15 – Prata, que utiliza o monotrilho e parte da linha 2 – Verde, na Vila Prudente, para São Mateus, Iguatemi, Jacú-Pêssego e Cidade Tiradentes, justamente em direção à região sinalizada no levantamento da Mondeluz.

Ainda que usando critérios distintos, as conclusões não diferem muito de outra análise para a região. Cristiane Crisci, gerente de inteligência de mercado do Grupo Zap Viva Real, também vê um futuro promissor para Itaquera, que já conta com boa infraestrutura.

Ela ressalta que a inauguração do estádio do Corinthians, em 2014, trouxe desenvolvimento para a região como um todo, inclusive melhorias no sistema de transporte.

A população também conta com opções de lazer, como o Sesc Itaquera, o Parque do Carmo e o Parque Ecológico do Tietê, e com shoppings consolidados, como o shopping Metrô Itaquera, inaugurado em 2007.

“Os shoppings são opção tanto de compras quanto de lazer e a inauguração de um shopping costuma fazer o mercado imobiliário do entorno se valorizar”, diz Crisci.

FAVORITO

Outro bairro que deve crescer ainda mais nos próximos anos é um dos mais tradicionais da zona leste, a Mooca, segundo aponta o estudo da Mondeluz.

Atualmente a Mooca já é um dos bairros mais desejados pelos paulistanos e é o sétimo bairro mais buscado de toda a cidade no portal de imóveis da Viva Real. Na zona leste, perde apenas para o Tatuapé, que é o quinto bairro mais procurado.

O bairro de forte presença italiana deve ser um dos beneficiados pela Operação Urbana Bairros do Tamaduateí.

A iniciativa define transformações urbanísticas, melhorias sociais e qualificação ambiental para os bairros que se desenvolveram às margens do rio Tamanduateí –como Mooca, Ipiranga e Vila Prudente. A ideia é promover o adensamento populacional e imobiliário na região.

Na lista de propostas, estão a criação de parques, resgate do patrimônio histórico, construção de moradias e erradicação de favelas.

“Todas essas medidas devem valorizar o metro quadrado da região e atrair ainda mais empreendimentos para esses bairros. Isso mostra como a intervenção pública é importante para o desenvolvimento das áreas da cidade”, afirma Crisci.

QUERIDINHO
A chegada da estação da Linha 3-Vermelha Tatuapé, em 1981, e a construção de dois shoppings em seu entorno, em 1997 e 2007, ajudaram a atrair empreendimentos de alto padrão para o Tatuapé

MOBILIDADE
Em 1957, a inauguração da Radial Leste fez do Belém um dos bairros mais desejados para se morar na zona leste

PLANEJADO
O bairro Anália Franco foi criado em 1968 e seu nome é uma homenagem à educadora de mesmo nome que criou ali um lar para órfãos. Hoje, o prédio é ocupado pela Universidade Cruzeiro do Sul

TRANSPORTE
O crescimento da Vila Matilde ganhou fôlego nas décadas de 1980 e 1990, resultado da inauguração da estação homônima na Linha 3-Vermelha do metrô, em 1988

TORCIDA
A inauguração da Arena Corinthians, em 2014, deu início a um novo ciclo de valorização de Itaquera

CONEXÃO
A avenida Aricanduva foi inaugurada em 1979, atraindo empreendimentos ao bairro homônimo. A via ganhou ainda duas extensões, primeiro até o distrito do Parque do Carmo, em 1982, e depois até o distrito de Iguatemi, em 1986

NÚMEROS

34.213
unidades foram lançadas na zona leste entre 2013 e 2017

68,8%
delas são apartamentos de dois dormitórios

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/morar/2018/03/1959990-lancamentos-tendem-a-ir-para-bairros-da-zona-leste-mais-afastados-do-centro.shtml

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Entrevistas

Como ser um dos 30 novos milionários que surgem a cada dia, segundo Carlos Wizard

A cada dia surgem 30 novos milionários no Brasil, ao fim do um mês o país ganha mil novos detentores de R$ 1 milhão de reais em suas contas. A informação é do bilionário Carlos Wizard Martins em entrevista com Edgar Ueda no canal TurnAround do Youtube. Para ser um dos 30 novos milionários algumas atitudes devem ser tomadas e ele as enumera neste bate-papo.

Carlos Wizard Martins é palestrante, escritor e um empreendedor fora de série. Ele é dono de marcas como Topper, Rainha, Taco Bell, Mundo Verde, Wise Up e Aloha. O empresário ainda é sócio do Flávio Augusto da Silva, Ronaldo “Fenômeno” e mais recentemente de Neymar. Ele também entrou no mundo das fintechs, startups tecnológicas do setor financeiro. Wizard fundou o Social Bank, uma espécie de banco digital que permite que pessoas físicas façam empréstimo e pagamento de contas entre si. São muitas marcas e parcerias bilionárias que fazem dele um verdadeiro empresário de sucesso.

Edgar Ueda: Carlos, quais são as principais competências, ou comportamentos para que as pessoas tenham uma virada radical de 180 graus em suas vidas?

Carlos Wizard Martins: Eu acredito Edgar que a primeira habilidade, ou o primeiro passo é o desejo. No fundo, tudo começa com o desejo. Se a pessoa não tiver aquela disposição de dar início a um processo de transformação, ninguém vai conseguir transformá-la. Porém o desejo somente não é necessário, a pessoa precisa estar consciente que ela tem que alimentar a sua autoestima. Cada pessoa vai se identificar melhor com algum tipo de alimento que vai fortalecer o seu interior. Pode ser através da leitura de bons livros; de participação de eventos; assistir palestras; assistir vídeos, documentários; se relacionar com pessoas bem-sucedidas. Cada um vai saber como é que ele vai ter essa capacidade de se alimentar. À partir do momento que ele tem o desejo e está alimentando autoestima, daí ele precisa analisar alguns aspectos. Se eu quero mudar a minha trajetória profissional eu preciso pensar o seguinte: ou eu preciso empreender ou eu preciso mudar a minha qualificação para trabalhar para uma grande empresa. Descobri que tem pessoas que nunca vão empreender, elas sempre vão ser executivas, vão trabalhar. Tudo bem, cada um tem a sua missão e a sua vocação. O que a pessoa precisa é se ele vai empreender ou se ele vai ser um executivo. Se ele vai empreender ele precisa identificar uma área com a qual ele tenha uma afinidade. De nada adianta eu abrir uma loja de moda se não me identifico com vestuário e toda essa parte de acessórios. Ou seja, tenho que estar muito sintonizado e alinhado com aquele setor. Pessoalmente só entro em áreas para investimento que eu tenha uma certa habilidade ou eu sinto que posso contribuir com o desenvolvimento daquela atividade. Então se a pessoa tiver o desejo, estiver alimentando a autoestima, ter consciência se ela vai empreender ou trabalhar para uma grande empresa e ela se dedicar com paixão, ela vai vencer.

Edgar Ueda: Tudo que você fez foi com muita maestria. Wizard foi a maior empresa no segmento (escola de idiomas) e foi vendida por R$ 2 bilhões. Mundo Verde também é referência no segmento (produtos naturais). O projeto da Aloha mal começou e já está a milhão. Sucesso ou resultado positivo deixa um caminho? As pessoas conseguem modelar isso? Como seria?

Carlos Wizard Martins: Acredito que todas as pessoas querem ter sucesso, vitória, conquista e realização na vida. Poucos tem um modelo, formato ou caminho de como se obter o sucesso. Eu, pessoalmente, após 30 anos de empreendedorismo errei muito e acertei muito. Felizmente tenho acerto mais do que errado. A experiência dos erros e acertos foi o que me deu a bagagem para eu poder criar uma própria metodologia de crescimento, expansão, de desenvolvimento de negócios em diferentes áreas. Sendo específico na sua pergunta Edgar, eu respondo que sim. É necessário, é preciso ter uma metodologia, um sistema, uma dinâmica própria de como a pessoa analisa, desenvolve e como ela vai expandir aquele negócio de forma que ela já consiga prever o resultado que vai ter depois de um, dois e três anos de trabalho.

Edgar Ueda: As pessoas às vezes têm ideias pré-concebidas sobre tudo que ouve porque não vivenciaram. Um dos fatores das pessoas de sucesso é o mindset expandido. Qual seria o mindset ideal para que as pessoas aproveitem essa oportunidade de empreender?

Carlos Wizard Martins: Costumo dizer que nós vivemos num país onde temos dois tipos de Brasil. Tem o Brasil da pobreza, da miséria, da desgraça, do sofrimento, do crime, da corrupção, da prostituição e da malandragem. Mas paralelamente tem o Brasil da riqueza, do crescimento, da prosperidade, da fortuna e acima de tudo do desenvolvimento. A pergunta é: em qual Brasil você vai querer viver? Da riqueza ou da pobreza? Da carência ou da abundância? Atualmente com toda essa turbulência que o Brasil está enfrentando, reflexo da crise política que tem impacto na economia, temos no país 30 novos milionários por dia. Muitos ficam surpresos, mas é isso mesmo. No final do mês vão ser 1.000 novos milionários no Brasil. Isso não está acontecendo na Argentina, não está acontecendo no Chile, no México ou em outros países da América Latina. A pergunta é: mas como a gente não sabe dessa notícia? Lamentavelmente notícia boa não vende revista, não vende jornal e não atrai audiência para a televisão. As pessoas gostam de notícia ruim. Isso não atrai o público, mas não muda o foto que nós temos uma oportunidade muito grande de desenvolvimento. Então qual é a minha missão e o meu objetivo diante desta proposta de ter um mindset positivo? É Orientar e ao mesmo tempo dar conhecimento às pessoas sobre as oportunidades que nós temos no Brasil de fazer riqueza dentro do próprio país. Sem a pessoa precisar ir para o Japão, ir para América, Europa, Austrália. A pessoa pode até ir passear lá, mas aqui nós temos condições de prosperar.

Edgar Ueda: O que você deixa de recado para quem quer ter seu TurnAround, a verdadeira virada em sua vida?

Carlos Wizard Martins: Costumo dizer que se você quer ter uma vida boa, ter sua casinha, seu carrinho, de vez em quando fazer uma viagenzinha, você deve trabalhar numa boa empresa. Você vai ter um bom salarinho e terá algum conforto em sua vida. Agora se você quiser ser bem sucedido, uma pessoa próspera, rica, milionária, daí você vai ter que empreender. Ter o seu negócio próprio. Acontece que hoje em dia para ter um negócio próprio, as pessoas vão ter que investir muito, correr muito risco e com uma incerteza se o negócio vai prosperar ou não. Seja mais cauteloso. Comece um negócio pequeno, mas com uma visão grande.

Quer sempre ficar atualizado sobre o TurnAround de pessoas de sucesso e ainda receber conteúdo transformador? Inscreva-se agora no canal do Edgar Ueda no YouTube (https://goo.gl/RYn5LW), ative o sininho e você sempre terá informações de como mudar a sua vida. O link para assistir a essa entrevista é: https://youtu.be/Mr2VkWOIBYw

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Entrevistas

O ex-lavador de pratos que arrasta multidões para viverem uma “Experiência de Sucesso”

O entrevistado do canal TurnAround é Leandro Marcondes e sua experiência de sucesso. Um empreendedor que transforma a vida das pessoas

Leandro Marcondes foi lavador de pratos em Londres (Reino Unido) e atualmente é conhecido como o responsável pelos eventos “Experiência de Sucesso” que ocorrem no Brasil com grandes empresários e autores de livros internacionais de desenvolvimento pessoal. Marcondes promove eventos como o Millionaire Mind Intensive (MMI) e é sócio da agência britânica de eventos Success Resources.

 

Em entrevista a Edgar Ueda no canal TurnAround ele relatou todas as atitudes e comportamentos que precisou adotar para atingir o sucesso. Dentre seus principais conselhos para um verdadeiro TurnAround estão as palavras aprender e fazer. “Muita gente não quer aprender e fica só fazendo. Muita gente quer só aprender e não faz. A minha fórmula da abundância é quanto mais eu ensino os outros, mais eu tenho resultado”, disse Marcondes.

 

Edgar Ueda: Nosso canal fala de mudança, virada e ponto de decisão. Investir em conhecimento é o caminho para mudar. Vejo que aqui tem uma frase sua que diz “quanto maior o motivo mais fácil é o caminho”. Você poderia compartilhar sobre a importância do conhecimento para que as pessoas tenham mudança e crescimento exponencial?

 

Leandro Marcondes: Essa frase não sei de onde veio, mas é para mostrar para as pessoas que elas devem ter um porquê na vida delas. Sou formado em Técnico de Contabilidade e Administração de Empresas. Fui pra Londres pensando que só precisava estudar inglês e mais nada.

 

Lá durante uns bons anos aprendi que você nunca pode parar de aprender. Você nunca vai parar de estudar. Hoje com esse mundo digital você está aprendendo todo dia, a cada minuto. Aprendi que eu precisava continuar estudando quando eu quebrei em Londres. Hoje vejo que as pessoas precisam muito de conhecimento. Leitura de livro, treinamentos e motivação. Aprendi isso e continuo fazendo até hoje.

 

Edgar Ueda: As pessoas falam que o aprendizado tem que ser cíclico, a formação muda o tempo todo. Não adianta você ter respostas se a pergunta já mudou. Você começou lavando pratos, qual foi o seu momento Turnaround?

 

Leandro Marcondes: Meu início em Londres não foi muito fácil. Primeiro foi a decisão de sair do Brasil. Lá eu lavei pratos, fui vendedor ambulante de cervejas, fiz muitos amigos nesses trabalhos. O Turnaround mesmo aconteceu quando eu fui num curso chamado Millionaire Mind Intensive (MMI). Até então eu sempre quis ser rico, mas eu não entendia a psicologia da riqueza.

 

 

Era uma coisa completamente diferente de tudo que eu já havia estudado em toda a minha vida. Antes era, você vai trabalhar, talvez você monte uma empresa. Aprendi nesse curso que você pode ser bom bom numa coisa e não bom em outras coisas. Naquilo que você não é bom, contrate o melhor. Não entendo muito as coisas de internet, mas contrato as pessoas que sabem muito mais do que eu. A mudança mesmo foi quando eu fiz o MMI em Londres.

 

Edgar Ueda: O feito é melhor do que perfeito. Muitas pessoas não tomam a decisão de fazer e ficam protelando. Como você enxerga isso?

 

Leandro Marcondes: Depois que eu fiz o MMI, fiz vários outros cursos. Entendi que quanto mais eu cresço, mais o meu relacionamento melhora e mais eu ganho dinheiro. É um efeito borboleta. Uma coisa dá certo e vão vindo muitas outras coisas boas com isso.

É um pilar que temos dentro do nosso curso aqui no Brasil. Muita gente tem muito conhecimento e não faz nada com isso. Quantas pessoas que você conhece inteligentíssimas que só tem a inteligência? Conhecimento, prática e tem que fazer networking. Tem que fazer relacionamento com as pessoas. Só estamos aqui por ter feito algum relacionamento anterior a isso. Uma coisa que parece pequena pode se tornar algo gigantesco, mas isso vem do networking.

Na hora que você tem esse triângulo, com conhecimento, prática e networking normalmente o resultado é o aumento de ganho financeiro. Está super associado, já que o nosso dinheiro vem das outras pessoas, das coisas que a gente produz. É bom vender. As pessoas tem que saber. Temos que divulgar esse tipo de programa para que uma pessoa que está infeliz no trabalho dela se identifique pelo exemplo.

 

Edgar Ueda: Você é a média das 5 pessoas com quem você mais convive. Como que dentro dessa mudança que você teve, como você se conectou com as pessoas-chave?

 

Leandro Marcondes: Primeiramente antes de fazer o curso eu não achava que eu era capaz. Imaginava que eu nunca poderia falar com um cara como o Robert Kiosaki (Autor do Best Seller “Pai Rico, Pai Pobre”). Depois de vários cursos que eu já fiz até cerveja com ele eu tomei. T. Harv Eker (Autor do Livro “Segredos da Mente Milionária”), achava que ele era um Deus, intocável.

Depois que eu vi que todos somos seres humanos e a média das 5 pessoas que a gente mais convive. Minha mãe dizia “diga com quem andas que lhe direi quem és”, é a mesma coisa dessa frase. Se você anda com pessoa que reclama, você vai ser um reclamão.

Se você anda com pessoas de sucesso, as chances de você ter sucesso é muito grande. Sucesso deixa rastro, há a lei da atração. Eu faço muito isso. Adoro ficar no meio de 5 pessoas que eu sou o menor de todos. Seja em riqueza ou em conhecimento. Você sempre aprende.

 

Edgar Ueda: Todo mundo pode passar por um momento de crise. Você teve esse momento muito crítico e qual foi a competência e comportamento frente a isso?

 

Leandro Marcondes: Foi em 2012. Eu estava super bem. Tinha várias casas que eu estava investindo. Estava com 38 casas nesta época, ganhando super bem. Só que uma estratégia errada, que foi no período das Olimpíadas, fez com que eu perdesse muito dinheiro.

Perdi 25 das minhas casas, fiquei com uma dívida altíssima e o meu turnaround foi ir numa palestra que o treinador do Tony Robbins estava dando. Ele falava muito da confiança, do mindset, da forma de pensar, num lado muito positivo. Dali eu ganhei dois ingressos pra ir no curso do MMI e fez muita mudança. Quando você está em crise se ficar vendo televisão o tempo inteiro você fica deprimido. Sobre crise o Robert Kiosaki fala muito isso “viva sua própria economia”.

Quando a gente quebrou, em 5 de setembro de 2012, eu fui pesquisar na internet todas as pessoas que hoje tem sucesso e que na época tinham quebrado. Todo mundo tem mais ou menos a mesma história. Estava cansado de viver naquela vida e falou vou mudar completamente a minha vida e buscou conhecimento. Não fiz nada diferente de muita gente, fui buscar conhecimento.

No início eu achava que não estava dando certo. Uma das coisas que o ser humano tem é o imediatismo. Quando você está numa crise saiba que isso vai passar. Porém faça coisas para que quando passar você esteja numa posição muito melhor. Mindset é uma palavra que está na moda, mas é a palavra que mais transforma a vida das pessoas. Se ela continuar achando que nunca vai ser rica na vida dela ou que ela nunca vai ter sucesso ela está muito certa.

 

Edgar Ueda: O mindset não é só mentalidade, mas como você enxerga as coisas que vão acontecer na sua vida. O sucesso está ligado a um fator ou a conjunto de competências e habilidades?

 

Leandro Marcondes: Está ligado a um conjunto, mas principalmente você tem que acreditar. Durante o treinamento da gente falamos uma coisa muito importante: “O segredo do sucesso é aprender e fazer”. Muita gente não quer aprender e fica só fazendo. Muita gente quer só aprender e não faz. A minha fórmula da abundância é quanto mais eu ensino os outros, mais eu tenho resultado. Se você estiver disposto a ensinar os outros o caminho que você teve não tem como não ter sucesso.

 

Edgar Ueda: As pessoas tem essa deficiência em estar na zona de conforto. Pra mudar tem que ter sacrifício. Você passou por algum momento em sua vida onde teve que sacrificar algo?

 

Leandro Marcondes: Toda vez que você tem um tombo passa por um momento muito difícil. Para mim o pior momento foi quando a gente quebrou em 2012. Meu filho mais velho tinha um ano de idade. Tivemos que deixar ele com a minha mãe e a babá e passávamos o dia inteiro sem vê-lo.

Aquilo pra mim foi o maior sacrifício. Mas eu não tinha escolha. Se eu não fizesse aquilo eu não colocava comida dentro de casa. A gente chegou a trabalhar até 18 horas por dia. Saía de casa ele estava dormindo e quando voltava ele estava dormindo. Eu estava tão bem na época que ele nasceu.

Hoje eu consigo ver que aquele sacrifício valeu a pena. Tomamos a decisão de viver muito junto. Sacrifícios existem, desde que sejam para resultados melhores para todo mundo. Acredito muito que nada vem fácil na vida. Não acredito em dinheiro fácil, nem em milionário da noite pro dia.

Milionário da noite pro dia demorou 4 anos, essa é a minha história para me tornar milionário. Se você quer ter sucesso na sua vida tem que aprender. O Kiosaki (Robert) fala muito isso, a diferença de uma pessoa pobre para uma rica. As pessoas de mentalidade pobre prefere o prazer agora e sentir dor a vida inteira, enquanto uma pessoa de mentalidade rica prefere sentir dor agora por prazer a vida inteira.

 

Edgar Ueda: Qual é o conselho de turnaround que você deixa para as pessoas?

 

Leandro Marcondes: Nunca pare de crescer. Busque conhecimento. Tem muito material para todo mundo aprender e fazer. Aprenda, faça. Se tiver oportunidade venha para os nossos eventos (MMI) que com certeza é transformador. Mude a forma como você vai pensar. Você não pode querer fazer a mesma coisa e ter resultados diferentes.

 

Ficou curioso para saber mais sobre o TurnAround do Leandro Marcondes? Assista a entrevista completa no meu canal no Youtube. Se inscreve lá e você vai acompanhar sempre a história de sucesso de um outlier nesta série de entrevistas.

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David Portes: Como transformar 12 reais em milhões e tornar-se um dos maiores palestrantes Brasil

Eu, Edgar Ueda, apresento a vocês o nosso primeiro entrevistado da série TurnAround. O nosso bate-papo foi com o ex-bóia fria e ex-camelô David Portes do Rio de Janeiro que teve uma virada surpreendente em sua vida. Saiba como ele transformou apenas 12 reais em milhões e ainda se tornou um dos maiores palestrantes de motivação, liderança e vendas do Brasil. Um exemplo fiel de uma pessoa fora de série que chegou ao sucesso. São mais de 1500 empresas de grande porte que contrataram os seus serviços em 17 anos no mercado de palestras motivacionais em 10 países. Conheci o David há 10 anos. O levei para palestrar no Japão por meio da minha empresa de marketing, onde ele motivou centenas de pessoas do outro lado do mundo com a sua história. “A nossa parceria com minha ida ao Japão agregou muito valor a minha exposição e deu muita visibilidade”, revelou Portes.Na nossa conversa ele falou sobre os desafios que enfrentou a na vida e as atitudes que ele teve para chegar aonde chegou. Listamos trechos importantes de sua lição de sucesso. Veja também a entrevista completa pelo no nosso canal no Youtube https://www.youtube.com/c/edgaruedaoficial

 

EDGAR: Qual é o principal diferencial do David?

DAVID: Em 1986 eu vim do campo em busca de um sonho. Todos nós temos que ter um sonho. Aqui a vida deu uma reviravolta. Fui morar na Rocinha e lá eu tinha que vender linguiça. Não sabia o que era venda. Ali que aprendi o que era vendas. Não sabia nada de estratégias de vendas. Vendia o pacote grande e era caro, as pessoas de lá não podiam comprar. Só comecei a vender quando dividi o pacote grande de linguiça. Comecei a pesar e vender pelo tanto de dinheiro que o cliente tinha. Quanto mais eu conhecia o cliente e mais conhecia o produto eu conseguia vender. Um sorriso abre todas as portas e abre a carteira também. Temos que atender bem, com carinho e ter preço.  Eu tinha o carisma e tinha que saber vender. O grande erro de uma empresa é não ter padrão de qualidade. Deus perdoa, mas o cliente não perdoa.

 

EDGAR: Você está a 17 anos como um profissional de sucesso. Como manter isso? Você fala muito do marketing com alegria, marketing com humor. Como você administra isso, buscou referências?

DAVID: Tem que inovar. Aprendi na rua mesmo, autodidata. Lia livros de marketing. Venda tem que ter conhecimento. Vendas não é só chegar e vender. Tem que saber quem é seu cliente e saber qual é seu produto. Eu não tenho muito estudo. Era da roça. Acredita que um ex bóia-fria, abriu uma aula magna para 180 pessoas fazendo MBA na Fundação Dom Cabral? Fui convidado pelo reitor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) que só tem magnata, pessoas formadas em Harvard. Eles ficaram de pé e me aplaudiram. Eu dei palestra para a Academia Brasileira de Letras (ABL), onde os caras são todos doutorados. Tudo gente de alto nível, imortais.

 

EDGAR:  Passaram-se 10 anos desde que nos conhecemos e você continua o mesmo. As suas características são a simplicidade, autenticidade e honestidade. Isso é determinante?

DAVID: Faz uma grande diferença. Não engane o cliente. Hoje em dia ele está em vários lugares. Antigamente só tinha aquela lojinha, ele tinha que comprar lá. Se você enganar, não entregou o que ele quer, ele vai comprar em outro lugar. Seja honesto e transparente. Se você passa pra ele honestidade, com certeza ele vai aonde você vai. Pode ir pra outra loja, mudar de endereço, mas ele vai comprar com você, pois ele acredita em você.

 

EDGAR: Hoje com maturidade e conhecimento, olhando para o passado, o que você fez que não faria. Qual foi o seu grande erro?

DAVID: Eu perdi um apartamento na Barra [da Tijuca] para abrir um restaurante no Centro do Rio. O pior erro é se escolher gerente na esquina. Não se escolhe gerente ou sócio na esquina. Ele tem que ter o mesmo perfil que o seu. Saber mais do que você, ser honesto, ter força, garra e brilho nos olhos para aquele negócio que ele está entrando. Gastei quase um milhão para montar aquele restaurante. Os caras me roubaram. Quando percebi já era tarde, já tinham me roubado a metade. Os gerentes não pagavam Fundo de Garantia, nem os aluguéis. Tive que vender o apartamento para sanar as dívidas. Essa sociedade nunca mais.

 

EDGAR: Todo mundo em algum momento passa por um grande sacrifício. O que você precisou abrir mão, ou deixar para um segundo plano para atingir os seus objetivos e metas?

DAVID: Teve um e foi o mais falado do mundo. Foi os R$ 12 que o cara me emprestou para eu comprar um remédio. Minha mulher estava no oitavo mês de gravidez e ela estava com dor. O médico tinha passado um comprimido. Eu não tinha o dinheiro. De repente uma pessoa me aparece do nada e do nada me empresta os R$ 12. Eu peguei esse dinheiro e fui para a farmácia. Falei a Deus que passar fome e passar frio, não dá dignidade a ninguém. Naquele momento eu mudei o meu rumo. Era uma ousadia, coisa minha mesmo. Ao invés de comprar o remédio eu comprei um pacote de mariola, e ali começou toda essa história. Voltei para Maria e ela estava deitada no papelão chorando. “Eu estou sentindo dores e ao invés de me trazer remédios você me traz mariolas?”. E eu falei naquele momento. “Maria, aqui vai mudar a nossa vida”.

Ficou curioso para saber mais sobre o TurnAround do David Portes? Assista a entrevista também no meu canal no Youtube (https://www.youtube.com/c/edgaruedaoficial).


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Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

Saia da zona de conforto. Se abra para novas oportunidades. Seja o dono da sua vida. 

 

Começo esse texto com uma pergunta incisiva sobre os seus dias e atitudes. Qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez? Tente puxar isso na sua memória. Não se lembra? Pelo visto você está no caminho da maioria das pessoas e está repetindo tudo o que já fez ou já sabe. Já notou a fascinação de uma criança ao fazer algo pela primeira vez? Seu entusiasmo das descobertas é contagiante. Quando fazemos algo novo é preciso sentir aquele frio na barriga. O desconhecido precisa ser acessado para avançarmos.

 

Se você quer resultados diferentes, seja em sua vida pessoal ou profissional, você deve começar hoje mesmo a andar por caminhos diferentes. Faça uma coisa hoje pela primeira vez e desfrute do prazer que essa atitude vai provocar em você.

 

Seja criativo, inove sempre. Lembre-se que o bom não é bom onde o ótimo é esperado. Na primeira vez dê o seu melhor. Supere seus limites andando na milha extra. Vá além da chegada. Supere as suas próprias expectativas. Faça melhor do que a média. Faça o que precisa ser feito, solte tudo que está parado dentro de você e verá as coisas acontecerem. Para avançar só é preciso dar o primeiro passo.

Há  dois erros que muitos cometem durante a vida no caminho para o sucesso. Alguns não começam. Outros não terminam. Alguns passam fome porque têm medo de sair na chuva para buscar o próprio alimento. Outros se lançam na chuva com toda a coragem, mas quando o temporal aperta mesmo acabam se escondendo ou voltando.

 

Não adianta ficar olhando a estrada com medo da caminhada. Não adianta trilhar a metade da estrada, o prêmio está no final dela. Por isso não bata apenas na porta, mas bata até que ela se abra. Para isso é preciso investir em conhecimento. Vivemos na era das informações. Não adianta ter a resposta se a pergunta já mudou. É preciso continuar se atualizando. Não cometa o primeiro erro, saia do lugar. Nem cometa o segundo erro, não pare. Continue, porque a meta é à frente. A meta é aonde você quer chegar.

 

Na sua saída da zona de conforto haverá dificuldades e perdas. Mas tudo isso será um investimento que nada mais é do que aplicação de esforço, tempo ou recurso para atingir um objetivo. Não há escolha sem perda. E você terá que fazer escolhas. Terá que sacrificar alguma coisa para investir na busca do sucesso. Mas você consegue. Consegue porque entende que o passado já passou, o restante da sua vida está no futuro. É no futuro que está a vitória. Você sabe que sucesso não ocorre da noite para o dia. Você resiste à dor. Você é persistente.

 

Agora é a hora do seu grande TurnAround. Eu sou Edgar Ueda e a minha missão é provocar em você uma mudança, virar o jogo. Ajudar você no seu grande TurnAround.

 

Clique aqui  para saber como foi o meu turnaround

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A virada de um vendedor de coxinhas para um multiplicador de centenas de milhões

 

Edgar Ueda – Um empreendedor de muitos Turnaround.

 

A origem e trajetória de um ex-vendedor de coxinhas até a sua transformação num multiplicador de milhões é cheia de altos e baixos. Para a virada  elementos que não faltaram neste caminho foram resiliência, persistência e muita paixão por vencer. Saiba o que transformou Edgar Ueda, 39 anos, num verdadeiro sucesso de vendas no mercado imobiliário nacional e quais foram os seus turnarounds.

 

Em 2 de outubro de 1978 nascia Edgar Ueda em Pinhalzinho (SP), cidade com 13 mil habitantes. Filho do meio, ele dividiu uma infância humilde com sua mãe e outros três irmãos. Os quatro filhos foram criados com muito esforço somente pela mãe que para sustentá-los trabalhou na roça como bóia-fria e em casas de famílias como empregada doméstica. Edgar só foi conheceu seu pai aos 18 anos.

 

INFÂNCIA DE MUITO TRABALHO

Não teve tempo para brincadeira. Para ajudar sua mãe a colocar comida na mesa ele começou trabalhar aos 9 anos de idade entregando leite em sua cidade. Aos 12 anos ele vendia coxinhas de porta em porta. Desde muito cedo seu tino para as vendas falava mais alto. Descobriu que conseguia convencer as pessoas a comprarem suas coxinhas. Depois de ralar bastante trabalhando para os outros ele decidiu empreender pela primeira vez aos 17 anos de idade. Neste período ele abriu uma lanchonete e em seguida uma sorveteria. Foram dois marcos principais de Turnarounds precoces entre a sua infância e adolescência que caracterizou Ueda como um trabalhador com capacidade de reinvenção. O primeiro deles foi aos 9 anos, quando teve a primeira atividade remunerada e mais adiante a outra virada em sua vida foi aos 17 anos quando decidiu arriscar e deixar de trabalhar como empregado, criando o seu primeiro negócio.

 

NOVA VIDA NO JAPÃO

Dois meses e meio após completar 19 anos Edgar decidiu aproveitar sua descendência nipônica e ir para Japão. Inicialmente seu planejamento era ficar no país oriental apenas dois anos. Acabou que ele morou por lá durante 9 anos e meio e neste período veio apenas três vezes ao Brasil. Sua primeira temporada no país de cultura milenar durou pouco mais de dois anos. Já a segunda foi mais longa. Foram 7 anos e meio vivenciando uma cultura totalmente diferente da que estava habituado. Nesta fase de sua vida ele trabalhou no país como operário de fábrica a diretor de marketing de uma das maiores redes de supermercados para estrangeiros. Por lá ele também empreendeu, teve uma agência de publicidade e uma empresa de eventos.

 

A LIÇÃO JAPONESA

No país oriental várias lições ajudaram Edgar a se tornar o profissional que é hoje. Para ele a força da hospitalidade, gentileza, educação, respeito pelos outros, disciplina, idoneidade e muito trabalho duro caracterizam a cultura japonesa e ajudaram na transformação de seu novo mindset. Outros detalhes fizeram toda a diferença em sua vida convivendo com outras pessoas no exterior. Ele relata que no Japão quando uma reunião é marcada as pessoas tendem a chegar meia hora antes, não há atrasos. O japonês costuma trabalhar em média 12 horas por dia, 6 dias da semana e essa foi a filosofia que ele incorporou. Edgar decidiu voltar para o Brasil em 2010, quase sem dinheiro nenhum. Sua vivência no Japão foi pausada em meio a crise internacional de 2008. Até para completar o dinheiro para a viagem de volta foi um sacrifício. Para retornar para o Brasil precisou vender tudo o que tinha conquistado morando no exterior.

 

ENCONTRO NO MERCADO IMOBILIÁRIO

O interesse pelo mercado imobiliário ocorreu ainda no Japão após um amigo lhe contar sobre as oportunidades deste nicho. Ele ficou encantado com as perspectivas começou a estudar sobre o tema. Em 2011 ele ingressou no mercado imobiliário no Brasil. No final de 2012 a sua empresa fechou o ano comercializando R$10 milhões com duas unidades. Com estratégias comerciais ousadas e inovadoras houve um desequilíbrio das finanças da empresa e em 2013 o ano foi encerrado com uma dívida de aproximadamente R$ 3 milhões. Todos os funcionários tiveram que ser demitidos e as duas unidades foram fechadas. O turnaround precisava entrar em cena novamente. Mais uma vez Edgar precisava se reinventar para virar o jogo. Desta vez ficou ficou no mesmo segmento. Tudo deveria ser reiniciado do zero, menos o aprendizado.

 

A EMPRESA QUE MULTIPLICA MILHÕES

No final de 2014 ele abria a Mondeluz – Inteligência em Lançamentos Imobiliários, empresa especialista em lançamentos imobiliários. Um dos principais trunfos da Mondeluz é vender imóveis que ninguém consegue vender em diversas regiões do país. Por meio de um estudo profundo do empreendimento e da cidade onde ele estava ou seria instalado, formação de equipe de vendas, uma campanha de marketing agressiva e um planejamento estratégico, em 2015 a empresa já comercializava imóveis e movimentava valores na casa dos 7 dígitos. Atualmente a empresa dirigida por Edgar e seu sócio está presente em 9 Estados, 40 cidades e já acumula R$ 632 milhões de imóveis comercializados em todos o país. Em contratos de produtos lançados e em lançamentos a empresa já contabiliza R$ 2,4 bilhões.

 

NOVAS PERSPECTIVAS

Edgar Ueda não para. Para ele riqueza e sucesso são subjetivos. Ele quer mais e reforça que isso não é ganância e sim ambição de querer sempre crescer. Seu trabalho agora é fazer a Mondeluz dobrar de tamanho e torná-la uma multinacional, já com planos de abertura de filial nos Estados Unidos. Sua meta primária como empreendedor é essa. Já a meta pessoal é a de provocar mudanças nas pessoas. Ele quer inspirar, motivar e fazer a diferença, impactando o maior número de pessoas possíveis. Sua experiência que o transformou de um vendedor de coxinhas para um multiplicador de milhões será amplificada por meio de textos e vídeos na internet para provar que o sucesso está logo ali. Dentre os principais aspectos para a inovação rumo ao objetivo está a mudança de mindset, aquisição de um conjunto de boas competências, assumir um comportamento de vencedor e atitudes que provocam as mudanças necessárias para alcançá-lo.

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Você está disposto a se sacrificar? E se for por R$258 milhões? Aprenda com o vendedor

 Conheça a fórmula de sucesso do vendedor Pit Bull

 

Luis Paulo Luppa “O vendedor Pit Bull” é considerado um dos maiores especialistas de vendas do Brasil. Escreveu 19 livros com mais de 2 milhões de cópias vendidas em mais de 30 países. Treinou mais de 1 milhão de profissionais em todo o mundo. Aos 23 anos começou a ganhar dinheiro como vendedor e atualmente é Chairman e CEO do Grupo Trend, empresa com atuação mundial no segmento de turismo. Em 2017 a CVC adquiriu a maior parte das operações da Check In Participações, empresa do Grupo Trend, por 258 milhões de reais. Graduado em Direito e pós-graduado em Marketing no Brasil e também graduado em Varejo nos Estados Unidos, possui ainda cursos de especialização na Europa e Estados Unidos em Merchandising e Gestão Empresarial. Iniciou sua carreira em 1980, atuando em empresas do segmento industrial, distribuidor- atacadista, varejo e serviços. Em 1993, Luppa foi eleito um dos melhores mil executivos do mundo. Já acumulou diversos prêmios, entre eles, o de excelência em treinamento em vender, personalidade do ano de RH, palestrante revelação do Brasil e palestrante internacional Brasil – Japão.

 

Nesta entrevista da série Turnaround, Luppa revela sua fórmula de sucesso e explica quais são os foram os comportamentos que ele assumiu para chegar ao topo.

 

Edgar Ueda: O Luppa é empresário, escritor, palestrante de sucesso e presidente do Grupo Trend. Qual foi o seu momento de Turnaround e em que momento você decidiu fazer isso?

 

Luppa: A vida é feita e ciclos e cada ciclo depende de uma grande virada. Eu não enumeraria uma. Acho que a grande virada ela tem a ver primeiro com um o teu lado de filosofia de vida e de comportamento de vida. A virada importante é a que te faz acordar. O que te faz despertar bem é fazer o que gosta e não gostar do que faz. Fazer aquilo que você gosta é o que te dá a energia diferente do seu competidor. Minha esposa todo dia me fala que eu trabalho muito e eu digo a ela: Eu não trabalho, eu me divirto. Quando você faz o que gosta você está na frente do seu competidor por você ter uma energia a mais, um sorriso a mais, uma capacidade de resiliência a mais. Acho que a grande virada na vida de todo mundo é descobrir o teu ponto de satisfação. O teu ponto de tesão. É você dizer, eu acordo feliz, eu acordo cantando, eu acordo batendo papo, eu acordo disposto a fazer as coisas. Aquilo que parece muito difícil, passa a ser viável. Então acho que a grande virada é emocional. A grande virada é comportamental. O quanto eu estou motivado para buscar o meu desafio? Pensar pequeno e pensar grande dá o mesmo trabalho. Então vamos pensar grande. Vamos pensar que todo mundo tem o direito a dar uma grande virada na vida. Quem deu e quem conseguiu não tem três pernas, quatro braços, cinco cabeças, é igualzinho. Simplesmente ele se dispôs a fazer aquilo que talvez você não esteja disposto.

 

Edgar Ueda: Como profissional de vendas você foi campeão. Como escritor escreveu 19 livros, mais de 2 milhões de cópias em mais de 30 países. Inclusive recebeu um prêmio de melhor palestrante Brasil-Japão em 2008 do embaixador. Como um executivo e presidente de uma grande empresa multinacional você teve essa alavancagem. Quais são os atributos? É um conjunto de competências, está ligado ao comportamento? Ao que você atribui todo esse sucesso?

 

Luppa: Primeiro é você entender que não consegue fazer nada sozinho. Para você ter uma condição de buscar algo diferenciado na sua vida vai precisar de ajuda sempre. Existem coisas na sua vida que você precisa eliminar, outras que você precisa gerenciar e outras que você precisa potencializar. Você jamais vai ter sucesso na sua vida, ou terá com prazo de validade muito curto, se você não eliminar da sua vida, por exemplo, a vaidade. Na minha opinião é o pior defeito do ser humano. É um veneno silencioso que te consome e você não tem a percepção desse consumo do mal que ele te faz. Quando você tem com você naturalmente a humildade e a força de trabalho você andou 50%. Eu estive no Jô (Soares) uma vez e ele me perguntou se eu tivesse que esquartejar o sucesso quantos porcentos seria pra cada coisa? Eu disse: 60% disciplina, 20% talento e 20% muito trabalho. Mas a disciplina é tudo, é o que te move. A disciplina é fazer bem feito aquilo que precisa ser feito. Para uma grande virada o primeiro passo é você acreditar em você. Você não precisa que ninguém acredite em você. Você não precisa que nem sua mulher, nem seu filho, nem seu chefe, seu sócio, nada. Basta você dizer, eu consigo. Agora o “eu consigo” qualquer um fala. Você tem que acordar cedo e dormir tarde. Aqui na empresa tem o brunch com o presidente. Não pode vir nenhum líder. Converso com o pessoal da faxina, pessoal que atende o telefone, só supervisor para baixo e eu pergunto: “me diz uma coisa quem é que faz alguma coisa aqui depois do trabalho”? Um diz, eu vou pra academia, outro diz eu nado. Eu digo, vocês não entenderem, o que você faz para ser alguém de verdade na sua família. A vida é uma família, você passa muito mais tempo no trabalho do que em casa com quem você ama. Há família no trabalho e família em casa. O que você representa pra sociedade? Por exemplo, você trabalha numa operadora de turismo, porque você não faz um curso de inglês, estuda espanhol, faz uma faculdade? Porque ninguém quer acordar cedo e dormir tarde. Sorte é quando a oportunidade encontra o preparo. Isso é sorte. Então se você não está preparado não adianta. Tudo que eu estou falando aqui não custa um centavo. Acreditar em você e comportamento. Quantos livros você leu neste ano? Conhecimento é muito legal, mas o que vale é a atitude. O que você fez na vida que deu certo? Garra, trabalho, disposição para aprender, continuidade, acreditar e disciplina é o que faz o cara vencer. O Tiger Woods tem uma expressão que eu gosto muito. “Quanto mais eu treino, mais sorte eu tenho”. Isso explica o momento da virada. Mando e-mail para o meu pessoal 5h30 da manhã. As pessoas dizem que eu sou louco. Eu não mando e-mail chateando ninguém. Eu mando e-mail para inspirar a vida das pessoas, para orientar. As pessoas sabem o que querem, mas não sabem como fazer e nem como chegar lá. Difícil não é chegar no topo, difícil é se manter no topo. Esse é o grande desafio. A virada não é cheguei e sim se manter. Ser campeão uma vez qualquer um é, quero ver ser tricampeão. Esse é o lance. Quando você tem um preparo interior, um intelecto conversando com a sua força de trabalho aí você está preparado para a virada. Ela vem sem você perceber. As pessoas tem que entender é que o Jorge Lemann, o cara que construiu a Globo (Roberto Marinho), que o Guga que conseguiu sucesso no esporte, esses caras não tem nada de extraordinário. Eles fizeram acontecer. Daí você tem que escolher o time que você quer jogar. Quer estar no time do que aconteceu, do que está acontecendo ou do eu estou fazendo acontecer.

 

Edgar Ueda: Há algo que você fez no passado e daria de sugestão para não fazer novamente?

 

Luppa: Comecei minha vida carregando pastas e tive muito sucesso como vendedor. Tudo que acontece cedo na sua vida, tudo que é precoce tem uma chance de ter muita turbulência. Eu com 23 anos já ganhava dinheiro, vendia muito e naquele momento quando você não tem preparo emocional e psicológico você acha que você se basta. Uma coisa que se eu voltasse no tempo e teria chegado bem mais rápido aonde eu cheguei era ao invés de ouvir, escutar. Aprender escutar quem tem mais experiência e entender que a crítica é um tremendo anabolizante para o seu sucesso. Isso eu teria mudado aos 20 e poucos anos, pois só aprendi aos 30.

 

Edgar Ueda: As pessoas acham que o sucesso ocorre sem dor e sacrifício. Você sacrificou muita coisa para chegar aqui?

 

Luppa: Sucesso é dor. Eu fiz muitos sacrifícios, principalmente familiar. Hoje olhando aos 52 anos não ter visto a minha filha crescer não tem preço. Mas eu consegui recuperar isso a 3 anos atrás. Eu passei a me dar o direito de dizer primeiro a minha família, depois o resto. O erro comum que a gente comete é não estar sintonizado as suas prioridades com os seus objetivos. Tua prioridade é chegar cedo no trabalho e não dar atenção pro seu filho. Sucesso é dor. Sucesso é sacrifício. Sucesso é você ceder. Sem uma família estruturada e sem amigos do seu lado você também não  chega. Esteja preparado para o sacrifício que lá na frente é recompensador.

 

Edgar Ueda: Deixe uma mensagem final de Turnaround, de ponto de mudança.

 

Luppa: Eu te convido a fazer a venda mais importante da sua vida. A venda mais importante da sua vida você pode fazer hoje. Quando você for dormir, feche seus olhos e diga: “Eu vou vender eu para eu mesmo”. Se você se comprar está na hora da sua virada. Se você não se comprar falta alguma coisa. Busque ajuda para entender aonde está essa alguma coisa. Se você não se comprar, você nunca vai conseguir se vender. Se não consegue convencer a si mesmo de que você tem potencial para alguma coisa você não vai conseguir vender um talher. Não tenha pudor de pedir ajuda. Ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Faça essa venda e amanhã de manhã pelo sim avance, pelo não busque ajuda. Só depende de você. A virada é sua.

 

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O Que é o Turn Around?

Quando atingimos o sucesso profissional ainda temos pendente um compromisso de fazer mais. De deixar a nossa marca. De ajudar verdadeiramente as pessoas com as experiências que acumulamos para chegar até aqui. O conhecimento é a ponte que nos alavancará e somente ele pode provocar as verdadeiras mudanças na vida das pessoas.

O conhecimento é uma das bases para o TurnAround. Conhecimento bom precisa ser compartilhado. É exatamente este conhecimento que o Edgar Ueda quer compartilhar com você de agora em diante.

Nesta série haverá várias entrevistas com pessoas que são consideradas outliers (fora de série). Eles vão revelar quais foram os Comportamentos, Competências e Mindset que resultaram no TurnAround. Vocês entenderão quais foram as atitudes que moveram essas pessoas ao sucesso.

O TurnAround é conduzido por um conjunto de fatores, porém essa virada só acontece quando decidimos de fato que é hora de mudar e virar o jogo. A rota deve ser trocada, as regras devem ser quebradas com Disruptura, Mudanças Comportamentais, Mindset expandido e acúmulo de competências. Aplicando essas atitudes o resultado é certeiro e tal decisão é capaz de provocar um giro de 360 graus em nossas vidas.

As pessoas de sucesso possuem características em comum, existe um mindset diferenciado, competências e comportamentos que fazem com que a maioria desses afortunados pense e aja de maneira similar. Independentemente de suas origens e personalidades diversas, quase todos os multimilionários e alguns bilionários seguem algumas regras, preceitos e comportamentos que serão descritos nos vídeos deste canal.

Edgar Ueda acumulou uma série de experiências que transformaram um vendedor de coxinhas que começou a trabalhar aos 9 anos e vendia algumas dezenas de reais, num empresário que vende atualmente algumas centenas de milhões.

Você terá um encontro marcado com os seus principais canais digitais que vão revelar segredos e caminhos de sucesso contados por quem conquistou, quem chegou lá.

Acompanhe e se inscreva neste canal, assim você receberá em primeira mão os vídeos e textos que vão ajudar na sua grande virada. Ele é Edgar Ueda e este é o seu canal TurnAround.

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Afinal, como vencer na vida? Que caminho tomar? Clique e descubra

A maior demonstração de fraqueza é a desistência. Tente outra vez

“Nossa maior fraqueza está em desistir. O caminho mais certo de vencer é tentar mais uma vez”, já dizia o inventor da lâmpada e um dos precursores da era tecnológica no século 20, Thomas Edison. Anos mais tarde o cantor e compositor Raul Seixas também alertou: “Tente! E não diga que a vitória está perdida. Se é de batalhas que se vive a vida. Tente outra vez”, num de seus maiores clássicos “Tente outra Vez”.

O que é que você está pensando da vida? Qual é o seu propósito? Qual é a sua missão? Você sabe que um dia vai passar, né? E aí, vai deixar algum legado? Ou vai deixar tudo passar com você? Desconfie do seu destino. Quem costuma deixar o barco rodar pode se perder nas correntezas da vida. Sorte é um achado, só tem quem procura por ela. Chegou a hora da mudança e você vai mudar. Você precisa imediatamente assumir o controle do seu destino, ele é só seu. É hora de deixar de ser coadjuvante, seja protagonista. Você precisa correr pra chegar aonde quer.

Desconfie do destino. Acredite em você. É você que tem sonhos, vai deixar a realização deles entregue ao acaso? Mire o resultado, foque no que tem que fazer. Esteja determinado a não parar, mas avançar sempre. Persista sempre, não desista jamais. Desistir é para os fracos. A maior demonstração de fraqueza é a desistência.

O caminho mais certo para a vitória é sempre tentar mais uma vez. Então, tente outra vez, e mais outra, e mais outra, quantas vezes forem necessárias. Se você ainda não chegou, então, não pode parar. Avance. Faça o que precisa ser feito agora. Ataque. Seja resiliente, persista, busque, ouse, crie conexões. Não espere que o mundo mude, provoque mudanças em você mesmo.

O primeiro passo é parar de terceirizar seus resultados negativos. Só você é o responsável pelos seus fracassos e sucessos, porque você é o líder do seu destino. Você pode até ter sofrido alguns fracassos, mas você não é um fracassado. Pelo menos não precisa ser. Você pode mudar agora. Enquanto alguns passam uma longa noite sonhando com o sucesso, outros acordam cedo e trabalham duro para alcançá-lo. São esses os vencedores. E você pode ser um deles. Na verdade, você é um deles, só precisa se dar conta disso. Você é o maior milagre da natureza. Você foi colocado neste planeta para dominar até a própria natureza. Seja melhor hoje do que foi ontem; seja melhor amanhã do que está sendo hoje. Tenha paixão pela vitória e será um vencedor. Tente outra vez.

Vá! Faça! Conquiste! Comemore sempre suas conquistas, sejam elas pequenas ou grandes. Mas tenha um sonho grande. Queira ser um gigante. Agora é a hora do seu grande TurnAround. Eu sou Edgar Ueda e a minha missão é provocar em você uma mudança, virar o jogo. Ajudar você no seu grande TurnAround.