Mockup
  • Paulinia – SP

KINTSUGI: Uma filosofia milenar capaz de transformar sua vida

TERÇA, DIA 11 de setembro, 19:30h

Teatro Municipal de Paulinia.

Palestra dos 3 pilares do Turnaround, sessão de autógrafos com Edgar Ueda e convidados especiais.

Av. Pref. José Lozano Araújo, 1551 – Parque Brasil 500, Paulínia, São Paulo.

 

  • Porto Alegre – RS

KINTSUGI: A arte de ver a beleza nas cicatrizes da vida

QUINTA, DIA 13 de setembro, 19h30

Livraria Cameron – Bourbon Shopping Wallig

Lançamento do livro, bate-papo e sessão de autógrafos com Edgar Ueda.

A loja fica na Av. Assis Brasil, 2611 em Porto Alegre-RS, telefone (51) 3013-3507.

Na obra o leitor aprende que todo fracasso tem um lado bom. Diferente do que pode parecer, falhar não pode se tornar um estímulo para desistir e muito menos deve ser visto de forma negativa, mas sim uma oportunidade de adquirir sabedoria.

 

  • Curitiba – PR

KINTSUGI: O PODER DE DAR A VOLTA POR CIMA

TERÇA, DIA 18 de setembro, 19h30

Livrarias Curitiba – ParkShopping Barigui

Lançamento do livro, bate-papo e sessão de autógrafos com Edgar Ueda.

Endereço: Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 600, Curitiba-PR, tel. 41-3330-5185.

 

  • São Paulo – SP

KINTSUGI: Uma filosofia milenar capaz de transformar sua vida

TERÇA, DIA 25 de setembro, 19h

Livraria Saraiva – Shopping Vila Olímpia

Lançamento do livro, bate-papo e sessão de autógrafos com Edgar Ueda.

A loja fica na Rua Olimpíadas, 360, loja 416 – Piso 3 em São Paulo-SP, telefone (11) 3046-7430.

 

  • Campinas – SP

KINTSUGI: Como se tornar um fora de série

Dias 29 (sábado) e 30 (domingo) de setembro

Local: Expo Dom Pedro em Campinas

O Lançamento acontecerá dentro do evento Turnaround Summit, para participar acesse: Seja um Fora de Série

A maioria das pessoas acha que fracassar é algo negativo e chega mesmo a desanimar quando algo não dá certo em sua vida. Quando fracassam várias vezes, então, têm muito mais dificuldades em recomeçar.

Fica difícil virar o jogo quando a pessoa acabou de experimentar algum tipo de fracasso. O ânimo desaba, a autoconfiança falha e a crença na vitória perde força.

Quando obtemos resultados que não queremos, entendemos isso como se fosse um sinal de que fracassamos. Mas esses resultados podem ser apenas um modo da vida nos preparar para o sucesso que está por vir. Tudo depende da maneira como encaramos esses revezes na nossa vida.

Quando a maneira como pensamos é positiva e proativa, nossas crenças sobre tudo o que nos acontece pode nos levar ao sucesso, mesmo a partir do pior fracasso – e em geral são os fracassos mais doídos que nos deixam as maiores lições e nos preparam para as maiores vitórias.

É preciso compreender que vamos sofrer muitos fracassos durante a nossa busca pelo sucesso, mas isso não significa que somos fracassados. Significa apenas que estamos nos fortalecendo e nos preparando para superar os desafios que enfrentaremos ao longo da nossa jornada.

Por isso, quero falar para um pouco sobre o poder positivo do fracasso. Quero mostrar o lado bom dessa história e provar que viver alguns fracassos pode agregar um grande poder à nossa vida.

Sim, o fracasso é capaz de transformar nossa vida, para melhor. Nós encontramos grande sabedoria nos fracassos e, por meio deles, nossas experiências se ampliam e se acumulam, nos preparando para vencer novas e importantes batalhas. Todo nosso sucesso começa a partir dos nossos fracassos.

Por isso, quando errar, não perca o aprendizado. Aproveite cada resultado negativo que obtiver para fortalecer a sua determinação e a sua capacidade de caminhar até a vitória. Podemos mudar tudo o que não deu certo em nossa vida, corrigir nossa rota e tentar de novo, por um novo caminho, até que obtenhamos sucesso.

O ponto importante aqui, para se lidar com os fracassos, é passar a vê-los de uma forma diferente, mais positiva, e considerá-los como nossos aliados na busca pelo sucesso. Pense: nenhum músculo se desenvolve se não for solicitado, se não for exercitado. Assim é com a nossa mente, diante dos desafios da vida: se não nos fortalecermos, a partir dos fracassos, não estaremos prontos para vencer as batalhas que o sucesso exige que enfrentemos.

O fracasso nos proporciona os melhores aprendizados e nos capacita a irmos mais além.

Fracassar dói, não ter o resultado esperado traz dor, gastar tempo e energia sem conseguir sucesso incomoda muito. Por isso as pessoas que vencem são as que resistem a essa dor e que mesmo diante das adversidades conseguem seguir em frente.

É normal e inevitável errar muito e fracassar bastante, até chegar ao sucesso. Então, arrisque e erre, e aprenda com seus erros e fracassos. Lembre-se que as dificuldades e os fracassos preparam pessoas comuns para serem extraordinárias.

Gosto muito de falar sobre como o fato de eu ter fracassado muitas vezes me trouxe até aqui e me ajudou a conquistar todo o sucesso que tenho hoje.

Senti o gosto do fracasso por diversas vezes e tive de recomeçar um número enorme de vezes. Em apenas um ano perdi tudo o que eu tinha construído desde meus 17 anos. Depois de ter falhado em quatro negócios, tive de voltar a trabalhar de empregado.

É claro que errar é bom para nos preparar para o sucesso, mas o que eu não podia era persistir nos mesmos enganos. Eu não poderia mais cometer os mesmos erros que me fizeram fracassar. Afinal, o grande ganho dos fracassos está no aprendizado que eles proporcionam. Eu sabia disso e sempre procurei aprender o máximo com meus fracassos.

Esse é o segredo do sucesso. Fracassei inúmeras vezes, mas sempre consegui virar o jogo, usando a experiência que adquiri e o aprendizado que acumulei. E uma das maiores lições que aprendi é que a responsabilidade por nossos fracassos e sucessos é sempre nossa. Somos nós que temos o controle do nosso próprio destino.

Depois de cada fracasso, temos que levantar, sacudir a poeira, fazer um balaço do aprendizado adquirido e seguir em frente. Nada de permanecer no chão, nos lamentando ou esperando que alguém venha levantar-nos. Existe um antigo ditado japonês que diz “Caia sete vezes, levante-se oito” (em japonês: “Nana Korobi Ya Oki”). E é assim que deve ser. Cada queda tem que nos trazer a força e a determinação para levantar e recomeçar.

Precisamos nos reconstruir, juntar nossos cacos quebrados, unir todos eles com sabedoria, aumentando assim o nosso valor com experiência adquirida. Assim vamos ficando cada vez mais fortes, mais preparados e mais valorosos.

O lado bom do fracasso, o poder positivo do fracasso, é que ele nos dá a oportunidade de nos reconstruirmos com sabedoria e riqueza. Somos capazes de aumentar nosso valor a partir dos nossos fracassos.

Quando superamos alguma dificuldade, quando nos levantamos depois de uma queda, nos pomos de pé e seguimos em frente, nos tornamos únicos porque nossos defeitos que provocaram nossa queda se tornam uma parte inseparável

da nossa história. Eles nos marcam, mas também nos ensinam uma forma melhor de viver.

Chamo esse processo de aprendizado e aperfeiçoamento de “A arte milenar de dar a volta por cima”, ou ainda, “A arte de se fortalecer a partir dos desafios e fazer o seu Turnaround”. É um aprendizado que nos torna melhor quando superamos nossos os desafios, nossos erros e nossos fracassos, e nos dispomos a dar a volta por cima, a recomeçar, a voltar a caminhar na direção dos nossos sonhos e metas.

Na época em que morei no Japão, conheci a arte milenar “Kintsugi”, usada para reparar peças de cerâmica quebradas. Em uma tradução livre, Kintsugi significa “Emenda de Ouro”. Essa técnica usa como “cola”, para juntar novamente as partes quebradas, uma mistura de laca e ouro em pó. As peças restauradas ganham uma beleza especial, destacando as rachaduras e os reparos, e seu valor se torna muito maior, não só pelo ouro, mas principalmente pela beleza e a originalidade que adquirem.

A cultura japonesa valoriza muito as marcas de desgaste que testemunham o uso de um objeto e sua serventia. O fato de ter-se quebrado e ter sido restaurado aparece como um evento bastante significativo na existência do objeto – os reparos destacam sua história e funcionam como um adicional ao seu valor.

Dentro dessa cultura, um vaso que nunca se quebrou é apenas mais um vaso, não importa o quanto ele tenha custado ao ser comprado. Mas o vaso que se torna especial é aquele que, depois de ter sido quebrado, ter sido submetido a condições extremas, tem suas partes unidas novamente com ouro. Isso torna essa restauração especial e eleva a importância do objeto, estabelece um diferencial e o torna único – nada mais se compara ao novo visual do vaso restaurado e nenhum outro vaso será jamais igual a ele.

Em paralelo com essa arte, existe toda uma filosofia de vida, aplicada ao modo de ser do povo japonês, que fala da aceitação do que foi forjado pela vida, que sobreviveu aos desafios e renasceu depois de uma provação mais intensa, que lhe deixou marcas. Uma filosofia que ajuda a lidar com a ideia das perdas e da melhoria através da provação e da determinação de dar a volta por cima,

renascer das cinzas, continuar em frente, apesar das cicatrizes que a vida deixou.

O Kintsugi traz também consigo a ideia da aceitação da mudança como uma realidade presente entre os aspectos da vida humana e da valorização da experiência e do trabalho realizado.

Uma filosofia de vida que destaca a beleza das cicatrizes adquiridas nas lutas do dia a dia, diante dos erros e adversidades e das derrotas, e a determinação de se recuperar e se colocar inteiro de novo. A consciência de que suas provações valorizam ainda mais a sua vida e as suas conquistas, porque só não tem cicatrizes quem não vai à luta – e que, nesse caso, vive uma vida vazia.

O ouro que restaura a essência do vaso quebrado é a representação do valor da experiência e do conhecimento adquiridos em nossa vida, nas nossas lutas, e que torna a nossa própria restauração muito especial. Nada mais se compara ao nosso novo “eu”, que renasce dos desafios enfrentados e que nos atribui um visual especial e diferenciado.

O Kintsugi representa aquela vontade que todos temos de sermos cada vez maiores e melhores, mesmo sabendo que teremos de pagar o preço, que teremos desafios, muitas vezes nos machucaremos, mas nos levantaremos e curaremos nossas feridas. E levaremos nossas cicatrizes como troféus de ouro, para lembrar sempre que toda boa luta em busca de nossos sonhos sempre vale a pena.

Essa filosofia nos ajuda a transformar fracasso em sucesso, em valor, a reiniciar uma nova vida depois de cada queda, aceitando nossos defeitos, nos transformando no que realmente somos.

Compreendemos que a perfeição não existe e por isso é preciso aceitar os defeitos nossos e dos outros. Porque todos temos nossa própria história. Os fracassos se transformam em sabedoria e aparecem como cicatrizes de aprendizado, o que nos torna únicos e especiais.

Para ter uma vida dentro, ou acima, de nossas expectativas é preciso aprender a virar o jogo quando estamos no fundo do poço, quando fracassamos. Isso é o que eu chamo de fazer um Turnaround.

Para fazer um Turnaround é preciso pensar positivo, pensar grande, acreditar na nossa capacidade e ter sonhos e motivos fortes o suficiente para fazer com que nos levantemos e continuemos em frente, não importa qual tenha sido o tamanho da queda.

O Kintsugi representa essa força e determinação de buscarmos todos os dias o nosso Turnaround, a nossa maneira de dar a volta por cima, recomeçarmos a nossa luta, nos reconstruirmos e nos tornarmos melhores e mais valiosos.

É a decisão de reunirmos nossos pedaços depois de uma queda – e quedas acontecerão sempre em nossa vida – e valorizar cada cicatriz que nos mostra que somos maiores do que os problemas da vida e mais dispostos a encantar todos os que se inspiram em nosso exemplo para definir suas próprias vidas.

A filosofia do Kintsugi é o que dá sentido e nos ajuda a promover o Turnaround em nossa vida, sem medo de nos machucarmos durante a jornada rumo ao sucesso, porque sabemos que isso só vai nos valorizar ainda mais. É a partir dessa certeza e desse exemplo de contemplação da beleza da luta pelos nossos sonhos que nos colocaremos definitivamente no caminho da vitória.

Esse é um modo de pensar que faz parte do processo de quebra de nossos paradigmas e de crenças que nos mantêm presos a situações que não nos satisfazem. É, por isso mesmo, o principal impulsionador do nosso Turnaround, que nos leva na direção do que realmente queremos realizar.

Aplico sempre na minha vida, e proponho que você também faça o mesmo, uma filosofia de Turnaround baseada em três pilares:

PILAR 1: Mindset expandido

Mindset é a nossa maneira de pensar, as crenças que temos sobre tudo o que nos acontece. Precisamos ampliar e positivar a forma como pensamos e acreditamos, para poder levantar depois de cada queda, para podermos aprender e retomar a caminhada depois de cada fracasso.

PILAR 2: Mudanças comportamentais

A escalada rumo ao sucesso depende também do nosso comportamento, com a maneira como é o nosso dia a dia. Nossos comportamentos precisam ser ajustados para o sucesso, para executar as ações que nos levem aonde queremos chegar.

PILAR 3: Acúmulo de competências

O conhecimento é uma das grandes bases para o Turnaround. Ele gera e fortalece nossas competências. Para subir até o topo do sucesso existem determinadas competências que são fundamentais e precisam estar sempre em desenvolvimento. Por isso, é preciso cuidar sempre de ampliar nossos conhecimentos.

Turnarounds que geram mudanças importantes em nossa vida, sem dúvida, exigem muita coragem, determinação e empenho. Por isso mesmo, eles só acontecem a partir do momento em que decidimos firmemente que é hora de virar o jogo e renascer como vencedores.

A ideia do Kintsugi serve de grande inspiração para ganharmos a coragem necessária para dar a partida nessa nova jornada na nossa vida, rumo ao sucesso. Afinal, caso “nos quebremos” ao longo dessa luta, sempre poderemos nos restaurar com o ouro de uma vida bem vivida. E as cicatrizes que conseguirmos ao longo dessa luta só irão deixar-nos ainda mais fortes, belos e valorosos.

Somos líderes do nosso destino. Podemos até sofrer fracassos, mas continuamos sendo vencedores. O segredo é nos prepararmos para os nossos Turnarounds e darmos as nossas grandes viradas sempre que a vida assim o exigir.

Somos os responsáveis pelos nossos resultados. E podemos fazer dos nossos fracassos trampolins para lançar-nos para as grandes vitórias.

É preciso assumir o que fazemos e as consequências dos nossos atos. Só assim vamos assumir o poder de dar todas as grandes viradas na sua vida.

Temos de aprender com nossos erros para não tornar a repeti-los, devemos nos levantar a cada queda e seguir em frente, persistindo até chegarmos onde queremos.

A vitória é para quem acredita nela, apesar de todos os fracassos que esteja enfrentando ou tenha de enfrentar.

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