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Aberta a pré-venda de ingressos promocionais do Inside Imob 2019

O Inside Imob – Real Estate Summit, maior evento de inteligência imobiliária da América Latina reuniu 1014 pessoas de 19 Estados do país, no Centro de Convenções da Expo D. Pedro, em Campinas (SP) no último dia 8 de março. O Inside Imob é um evento idealizado e organizado pela Mondeluz – Inteligência Imobiliária (www.mondeluz.com.br), atualmente presente em 9 Estados e 40 Cidades, com 708 milhões lançados e 2,4 bilhões em contratos. (No final desta matéria você acessa o link para garantir ingresso promocional de pré-venda do Inside Imob 2019)

Foram 28 palestrantes num dia de imersão sobre os mais variados assuntos do mercado imobiliário que visam gerar resultados de alta performance. As palestras foram divididas em três plenárias num esquema on demand. Ao fazer o check-in no evento o participante recebia um kit. Neste kit havia um cronograma com horários de cada uma das palestras e sua respectiva plenária. No momento da palestra escolhida, ele seguia para a plenária correspondente. A dinâmica também favoreceu o networking nos corredores.

Conheça todos os palestrantes e os temas que eles abordaram no Inside Imob (www.insideimob.com.br) abaixo:

  • Edgar Ueda (www.edgarueda.com.br) : “Estratégias para vender 100% de empreendimentos remanescentes e lançamentos, e os 3 pilares do TurnAround para uma virada rumo ao sucesso”
  • Benedito Abbud: “O paisagismo como encantamento do público-alvo na hora da compra, e o aumento do valor de venda do imóvel”
  • Guilherme Machado: “Como aumentei em mais de 20% as vendas de imóveis melhorando os leads que chegam pela Internet”
  • Bruno Pinheiro: “Como qualificar seus leads e construir autoridade para vender mais imóveis pela internet”
  • Alexandre Taleb: “Construa uma imagem de sucesso”
  • Rodrigo Cardoso: “O sucesso está em suas mãos”
  • Pedro Quintanilha: “Business Hacker: estratégias digitais para acelerar o crescimento do seu negócio em até 10 vezes mais”
  • Edilson Lopes: “O poder do propósito em vendas”
  • Edson Oliveira: “3 passos práticos para você alavancar seus resultados e suas vendas em 7 dias com a persuasão para negócios”
  • Cristiano Rabelo: “Inteligência de mercado como ferramenta de alavancagem de vendas”
  • Glauco Farnezi: “Como a tecnologia e a inovação impactam nas vendas do mercado imobiliário”
  • Luiz Carlos Oliveira: “Investimentos imobiliários na Flórida”
  • Raphael Duduch: “Análise e viabilidade de empreendimentos imobiliários”
  • Celso Saraiva: “Técnicas de cinematografia e fotografia para vender mais imóveis”
  • José Rocha Filho: “Comunidades planejadas”
  • Jonathan Taioba: “Vender imóveis pela internet, como fazer do jeito certo e vender muito mais”
  • Renan Magalhães: “O sucesso na gestão de aprovação de loteamentos com mapeamento de riscos”
  • Caroline Calaça: “4 segredos para fazer o seu negócio crescer”
  • Maria Carolina Pinheiro: “Multipropriedades, uma nova tendência para o setor Imobiliário-Turístico”
  • Andréa Martins: “5 dicas para transformar um brinde em ferramenta de engajamento”
  • Rodrigo Lucena: “Corretagem do agora e do futuro”
  • Ramon Carvalho: “Como a Automação de Marketing pode mudar os resultados de seus negócios imobiliários”
  • Marcos Le Pera: “Branding: como se posicionar no mercado”
  • Wagner Bonato: “Estratégia Avassaladora – Como uma mudança estratégica aumentou em 140% as vendas de um dos maiores grupos de incorporação imobiliária de alto padrão do sul do país – Estudo de caso”
  • Luiz Gerab e Irapuã Carvalho Dantas: “Funding para o setor imobiliário: saiba tudo sobre os produtos e processos operacionais”
  • Dani Figueirôa: “Avaliações de Potencialidade de imóveis usados”

PARCEIROS DO INSIDE IMOB

Grandes parcerias tornaram o Inside Imob possível. Além dos palestrantes, muitas empresas foram destaque na viabilidade deste evento como: ASA 100 Produções; Facilita; BRA Strategy – Investimentos Imobiliários nos Estados Unidos; Master Geo – Engenharia e Planejamento; Construtores em Revista; 5X Mais – Companhia de Venture Capital; Grupo Santa Edwiges; Ville Imob e Ville Target; Chocolates Lugano; Skepsys; O.M.A Stands; Focus Produções; TGR Engenharia; Grupo Carrantos; Unity Brindes; RFELIX; Thermodac Ar Condicionado; Craques Master; Agência de Comunicação House Criativa; Agência de Marketing Digital Macro Agêncy e a Agência de Assessoria de Imprensa GET Comunicações.

INSIDE IMOB 2019 (PRÉ VENDA)

Já está confirmada a segunda edição do Inside Imob em 2019. Está acabando o tempo para você garantir ingressos do lote promocional da pré-venda do Inside Imob 2019 – Maior Evento de Inteligência Imobiliária da América Latina.

GARANTA AGORA SUA VAGA AQUI: www.insideimob.com.br

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Eventos

Edgar Ueda será um dos palestrantes do evento Legacy to Millions, em Bento Gonçalves (RS)

No dia 12 de maio Edgar Ueda será um dos palestrantes do Legacy to Millions, que acontece na Fundação Casa das Artes, em Bento Gonçalves (RS). O evento contará com 12 palestrantes que vão treinar os participantes a construir um negócio duradouro e que crie um legado.

O Legacy to Millions pretende elevar o nível de entendimento sobre empreendedorismo gerando um crescimento fortalecido para os negócios dos participantes. O evento é dedicado para pessoas que buscam a tão sonhada liberdade financeira, impulsionando os empreendedores, os micro e pequenos empresários e vendedores de venda direta. Além de conteúdo de qualidade, os participantes vão ter a oportunidade de vivenciar momentos de networking e gerar novos contatos profissionais que podem fazer toda a diferença nos negócios

Durante o evento você terá oportunidade de desenvolver novos contatos profissionais que fazem toda a diferença nos negócios.

Ueda vai palestrar ao lado de nomes como Ricardo Bellino, Alexandre Taleb, Kenia Gama, Geovana Donella, João Kepler, Marcial Conte, Rodnei Vasconcellos, Gustavo Bozetti, Marcel Martins, Sérgio Lima e Leonardo Fortunatti no maior evento de empreendedorismo do Sul do país.

Ele vai vai falar sobre os 3 Pilares do Turnaround para uma virada rumo ao sucesso.

SOBRE EDGAR UEDA
Há alguns anos um empreendedor está sendo destaque em várias partes do Brasil por conseguir vender imóveis ou transformar negócios onde a maioria não enxerga oportunidades. Esse visionário é Edgar Ueda – palestrante, escritor, sócio da empresa Mondeluz – Inteligência em Negócios Imobiliários, idealizador do evento Inside Imob e do modelo de transformação TurnAround.

A empresa liderada por ele é reconhecida nacionalmente por contar com uma infinidade de cases de sucesso no lançamento e vendas de empreendimentos remanescentes que na maioria das vezes eram considerados como produtos inviáveis. A Mondeluz está presente em 9 Estados e 40 Cidades, com 708 milhões lançados e 2,4 bilhões em contratos. Quer saber como essa empresa atingiu esse nível de potencial no mercado? O segredo será revelado na palestra de Edgar Ueda (www.edgarueda.com.br) no Legacy to Millions.

Na palestra “Os 3 pilares do TurnAround para uma virada rumo ao sucesso”, Ueda vai tratar sobre: como expandir o seu mindset; como acumular competências; as mudanças comportamentais que serão seu ponto de virada e as filosofias que provocam um verdadeiro Turnaround.

SERVIÇO
Data: 12/5/2018
Horário: 8h30
Local: Fundação Casa das Artes – Rua Herny Hugo Dreher, 137, Planalto – Bento Gonçalves (RS)
GARANTA AGORA MESMO A SUA VAGA NO SITE: www.legacytomillions.com.br

⭐ Acompanhe as nossas redes sociais e saiba em primeira mão novidades sobre o pré-lançamento do livro de Edgar Ueda sobre os 3 pilares do Turnaround, que acontece em 2018. 

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Na Mídia

Edgar Ueda é entrevistado para a Revista Circuito Mais Brasil

Vejam a minha entrevista para para a Revista Circuito Mais Brasil no Inside Imob.

No bate papo falei sobre o evento e também um pouco sobre a minha história de vida.

Crédito: Equipe Mais Comunicação / Reflexe Produções

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Eventos

Edgar Ueda joga futebol com estrelas para ajudar instituição filantrópica que apoia deficientes em Jundiaí

O especialista em inteligência imobiliária, escritor e palestrante Edgar Ueda jogou futebol ao lado de celebridades no último domingo (18) no Estádio Doutor Jayme Cintra, em Jundiaí (SP). Ele foi um dos jogadores do “Futebol das Estrelas” durante partida beneficente em prol da Associação de Educação Terapêutica (Amarati), que atende pessoas com deficiência de toda a região. Toda a renda arrecadada com a venda dos ingressos para o jogo foi revertida para a instituição filantrópica.

Ueda entrou em campo ao lado de jogadores como Ademir da Guia, Zenon, Müller, Dinei, Alexandre Alves, Tonhão, Somália, Damião, Axel, Flávio Conceição, Adhemar, Alexandre Rosa, Zé Roberto, goleiro Nilton e celebridades como o biólogo Richard Rasmussen, Marquito do Programa do Ratinho, Rapadura do Programa A Praça é Nossa, Hudson – da dupla com o Edson e muitos outros. O evento foi organizado pelo empresário e radialista Gil Santos da Craques Master.

“Fiquei muito honrado em fazer parte deste time de estrelas e mais ainda por ajudar uma instituição tão séria e comprometida com o bem-estar social de pessoas menos favorecidas. Atitudes que fortalecem a nossa responsabilidade social são sempre muito bem-vindas”, relatou Edgar Ueda.

SOBRE A AMARATI
A Amarati é uma entidade filantrópica sem fins lucrativos que está localizada em Jundiaí (SP). A instituição atende há mais de 35 anos portadores de deficiência causadas por lesões neurológicas, como paralisia cerebral, mielomeningoceles, síndromes genéticas, distrofias musculares e lesões medulares. Mais informações sobre a instituição no site www.amarati.org.br

SOBRE EDGAR UEDA
Edgar Ueda é especialista em inteligência imobiliária e sócio da Mondeluz – Inteligência em Negócios Imobiliários (www.mondeluz.com.br), presente em 9 Estados, 40 cidades, com R$ 708 milhões em produtos lançados e R$ 2,4 bilhões em contratos. Ueda também é palestrante e escritor, criador do projeto de transformação pessoal e de negócios TurnAround. Neste ano ele lança seu livro sobre os 3 Pilares do TurnAround, onde o leitor vai encontrar metodologias para uma verdadeira virada em sua vida rumo ao sucesso. Para saber mais sobre ele basta acessar: www.edgarueda.com.br. Lá também tem os links para todas as suas redes sociais.

 

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Destaque na Folha de São Paulo: Lançamentos tendem a ir para bairros da zona leste mais afastados do centro

ALESSANDRA MILANEZ
SÃO PAULO

A zona leste ganhou nos últimos cinco anos 34.213 novos imóveis, o segundo maior crescimento registrado em São Paulo, atrás apenas da zona sul. Se o Tatuapé e a Vila Prudente concentram a expansão atual da região, especialistas apontam que os novos empreendimentos tendem a migrar para os bairros mais afastados do centro.

Iguatemi e São Rafael, ambos na região de São Mateus, e Cidade Tiradentes e José Bonifácio, na região de Itaquera, devem ser os novos polos da verticalização da região, segundo projeção da Mondeluz, empresa de inteligência em negócios imobiliários.

Para saber quais bairros têm maior potencial de crescimento, a Mondeluz usou dados da Fundação Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados) e da Prefeitura de São Paulo e cruzou a projeção de crescimento do número de domicílios com a de habitantes até 2040.

Além do crescimento populacional, esses bairros da fronteira leste da cidade têm a seu favor a disponibilidade de terrenos e o desenvolvimento de comércio, serviços e infraestrutura, diz Edgar Ueda, diretor de planejamento estratégico da Mondeluz.

Um dos principais vetores de crescimento são as expansões do metrô. Mesmo sem previsão para começar as obras, há um projeto para o prolongamento da Linha 15 – Prata, que utiliza o monotrilho e parte da linha 2 – Verde, na Vila Prudente, para São Mateus, Iguatemi, Jacú-Pêssego e Cidade Tiradentes, justamente em direção à região sinalizada no levantamento da Mondeluz.

Ainda que usando critérios distintos, as conclusões não diferem muito de outra análise para a região. Cristiane Crisci, gerente de inteligência de mercado do Grupo Zap Viva Real, também vê um futuro promissor para Itaquera, que já conta com boa infraestrutura.

Ela ressalta que a inauguração do estádio do Corinthians, em 2014, trouxe desenvolvimento para a região como um todo, inclusive melhorias no sistema de transporte.

A população também conta com opções de lazer, como o Sesc Itaquera, o Parque do Carmo e o Parque Ecológico do Tietê, e com shoppings consolidados, como o shopping Metrô Itaquera, inaugurado em 2007.

“Os shoppings são opção tanto de compras quanto de lazer e a inauguração de um shopping costuma fazer o mercado imobiliário do entorno se valorizar”, diz Crisci.

FAVORITO

Outro bairro que deve crescer ainda mais nos próximos anos é um dos mais tradicionais da zona leste, a Mooca, segundo aponta o estudo da Mondeluz.

Atualmente a Mooca já é um dos bairros mais desejados pelos paulistanos e é o sétimo bairro mais buscado de toda a cidade no portal de imóveis da Viva Real. Na zona leste, perde apenas para o Tatuapé, que é o quinto bairro mais procurado.

O bairro de forte presença italiana deve ser um dos beneficiados pela Operação Urbana Bairros do Tamaduateí.

A iniciativa define transformações urbanísticas, melhorias sociais e qualificação ambiental para os bairros que se desenvolveram às margens do rio Tamanduateí –como Mooca, Ipiranga e Vila Prudente. A ideia é promover o adensamento populacional e imobiliário na região.

Na lista de propostas, estão a criação de parques, resgate do patrimônio histórico, construção de moradias e erradicação de favelas.

“Todas essas medidas devem valorizar o metro quadrado da região e atrair ainda mais empreendimentos para esses bairros. Isso mostra como a intervenção pública é importante para o desenvolvimento das áreas da cidade”, afirma Crisci.

QUERIDINHO
A chegada da estação da Linha 3-Vermelha Tatuapé, em 1981, e a construção de dois shoppings em seu entorno, em 1997 e 2007, ajudaram a atrair empreendimentos de alto padrão para o Tatuapé

MOBILIDADE
Em 1957, a inauguração da Radial Leste fez do Belém um dos bairros mais desejados para se morar na zona leste

PLANEJADO
O bairro Anália Franco foi criado em 1968 e seu nome é uma homenagem à educadora de mesmo nome que criou ali um lar para órfãos. Hoje, o prédio é ocupado pela Universidade Cruzeiro do Sul

TRANSPORTE
O crescimento da Vila Matilde ganhou fôlego nas décadas de 1980 e 1990, resultado da inauguração da estação homônima na Linha 3-Vermelha do metrô, em 1988

TORCIDA
A inauguração da Arena Corinthians, em 2014, deu início a um novo ciclo de valorização de Itaquera

CONEXÃO
A avenida Aricanduva foi inaugurada em 1979, atraindo empreendimentos ao bairro homônimo. A via ganhou ainda duas extensões, primeiro até o distrito do Parque do Carmo, em 1982, e depois até o distrito de Iguatemi, em 1986

NÚMEROS

34.213
unidades foram lançadas na zona leste entre 2013 e 2017

68,8%
delas são apartamentos de dois dormitórios

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/morar/2018/03/1959990-lancamentos-tendem-a-ir-para-bairros-da-zona-leste-mais-afastados-do-centro.shtml

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Destaque no Estadão: Vila Andrade e Itaim Bibi lideram lançamentos

Luiz Fernando Teixeira / ESPECIAL PARA O ESTADO

Quem não gostaria de morar em uma região de ares mais nobre com preços mais em conta em relação aos bairros vizinhos? Esta é a realidade da Vila Andrade, distrito da zona sul de São Paulo ao lado do Rio Pinheiro, o distrito que mais teve unidades residenciais verticais lançadas em São Paulo desde a década de 1990.

Foram mais de 30 mil unidades lançadas no período de 1992 até o fim de 2016, de acordo com dados fornecidos pela Coordenadoria de Produção e Análise de Informação (Geoinfo) da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), que tiveram como base informações de lançamentos da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp).

No distrito, que teve lançamentos de médio e alto padrão, o valor médio do metro quadrado de área útil ficou em torno de R$ 6 mil em 2017, segundo a Embraesp. É na área da Vila Andrade que está o Panamby, considerado um dos bairros mais nobres da capital, e o Parque Burle Marx, espaço tombado pelo Patrimônio Histórico, administrado pela Fundação Aron Birman. A área verde do local é um atrativo para que quer morar por lá.

Constante

De acordo com o especialista em inteligência imobiliária e diretor de Planejamento Estratégico da Mondeluz, Edgar Ueda, o distrito registra crescimento acentuado desde o fim dos anos 1970 e com mais intensidade à partir dos anos 1990. “Ao lado do Morumbi, ainda possui espaço para crescimento e desenvolvimento”, avalia.

Para Ueda, o crescimento contínuo da área traz a expectativa de crescimento regular e planejado, o que deve provocar um aumento no valor do metro quadrado da região.

O economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci, faz uma ressalva. “Apesar dos empreendimentos, a Vila Andrade nunca foi campeã de vendas. Ainda existe certa resistência por parte da população a ir morar na região. Pode parecer até provinciano, mas existe gente que não mora do outro lado do rio (Pinheiros).”

De acordo com Petrucci, a Vila Andrade é o distrito que mais tem disponibilidade de terra a um preço baixo na capital, com exceção da periferia. “É muito grande em relação aos mais próximos e foi o grande campeão de aprovação de projetos nos últimos anos”, afirma. É comum que o mercado se aproveite da proximidade com o Morumbi para vender a região toda como parte do bairro nobre.

Logo depois da Vila Andrade, o distrito que teve mais unidades residenciais verticais lançadas foi Itaim Bibi, do outro lado do Rio Pinheiros. Foram 29 mil imóveis colocados no mercado naquele período. Lá, a cifra média do metro quadrado pode superar os R$ 28 mil.

O coordenador do Comitê de Tecnologia e Qualidade do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Renato Genioli, aponta o eixo entre as avenidas Brigadeiro Faria Lima e Hélio Pellegrino, no Itaim Bibi, como uma das regiões que mais se expandiram economicamente nos últimos anos.

“O que propicia um terreno fértil para o crescimento de lançamentos e consequente valorização de uma determinada região são benefícios que ela passa a ter. Pode ser um serviço público melhorado, uma infraestrutura mais adequada e serviços de uma forma geral”, diz Genioli. Essa estrutura é bem forte no Itaim Bibi, que apesar de seu trânsito intenso, é servido por largas avenidas, além de grandes shoppings centers.

Emprego

O economista do Secovi aponta outro fator para o grande número de empreendimentos no distrito. “É onde há mais emprego na cidade de São Paulo e como não se consegue levar o emprego para onde as pessoas moram, se muda o lugar das moradias dos empregados”, diz Petrucci.

A aposentada Rita Macruz mora no Itaim Bibi há 13 anos e diz que atualmente “é dificílimo” transitar de carro por lá em qualquer horário do dia, por conta do grande volume de automóveis tanto de moradores quanto dos trabalhadores. “Não tem jeito. Para eu ir à Vila Olímpia, eu não passo pelo Itaim, dou a volta pela Vila Nova Conceição, pelas bordas, porque é impossível transitar.”

Rita diz que a vizinhança não tem mais um clima acolhedor. “Antes, o bairro ainda tinha algumas casas, era um pouco menos sofisticados. Hoje você não vê muita gente andando na rua, as pessoas só andam nos carros, é até meio ridículo”, reclama. De acordo com ela, a convivência entre vizinhos no bairro agora se restringe aos domingos, quando é costume tomar um café nas padarias do bairro.

Tatuapé

Por fim, o Tatuapé, cujo metro quadrado custa R$ 8,6 mil, aparece em terceiro lugar. Ele concentra investimentos por causa da grande infraestrutura da região e atrai moradores de todas as áreas da cidade, segundo Petrucci.

“Começando com o Shopping Anália Franco, o Tatuapé se tornou um dos bairros mais bem dotados de serviços, hospitais, escolas e tudo o que você pode imaginar”, relata. Além disso, ainda há uma boa mobilidade por causa da linha de metrô que corta a distrito.

De acordo com o economista do Secovi, o Tatuapé continua sendo um atrativo imobiliário por ser um objeto de desejo das pessoas que tem uma ascensão social e querem morar em um lugar estruturado. “Ele atrai pessoas da Vila Carrão, Penha, Vila Matilde e até da Mooca. É um local bem aderente no mercado. As pessoas se sentem morando na Zona Sul”, finaliza.

Além do tamanho da população, outros fatores atraem projetos

O lançamento de unidades residenciais verticais não está, necessariamente, ligado ao crescimento do número de habitantes por distrito. “Existem os que estão mais integrados à lógica do mercado imobiliário e que crescem influenciados pela dinâmica desse mercado, enquanto em outros, as construções de moradias são iniciativas de outra natureza”, diz o coordenador da Fundação Seade, Carlos Eugenio de Carvalho Ferreira.

Estas outras iniciativas englobam as construções de casas irregulares pelos moradores nas periferias e iniciativas do governo como o programa Minha Casa Minha Vida.

Para o professor de arquitetura e urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Antônio Cláudio da Fonseca, o mercado valorizou ainda mais os preços das regiões centrais da cidade após importantes incorporadoras abrirem seu capital e entrarem na bolsa de valores. Na sua opinião, isso teria acelerado o movimento em direção à periferia da capital e a cidades da região metropolitana na busca por moradias mais baratas. “Os incorporadores compraram lotes em grandes quantidades nas áreas mais centrais e nobres da cidade. Resultado: inflacionaram o preço do terreno nas áreas urbanizadas da cidade”, afirma.

“A zona sul, por exemplo, teve grandes investimentos de transporte público, então aquela faixa do metrô que está aí pela Avenida Santo Amaro deve ter um adensamento bastante relevante nos próximos anos”, diz Fonseca.

Edgar Ueda, da Mondeluz, aponta distritos de outras regiões, como Anhanguera, que podem vir a crescer por causa dessa onda em busca de imóveis com preços mais baixos. “Anhanguera acaba atraindo o público das indústrias locais e regiões adjacentes. É um distrito ainda com baixa densidade demográfica e grande parcela da população reside na área rural, localizada nas proximidades da Rodovia Anhanguera.”

Ueda também destaca a Vila Leopoldina por conta do recente anúncio da intenção de criar um Polo Tecnológico na região. “Tais polos exigem mão de obra qualificada e com alta renda per capita, o que estimula e valoriza a região.”

Para Fonseca, São Paulo a tendência de as pessoas deixarem de morar no centro da cidade provoca a desertificação. Para combater esse efeito é que se tenta implementar a revitalização do centro. “É uma região que tem três milhões e 200 mil pessoas durante o dia por causa dos trabalhadores e apenas 600 mil durante a noite. Precisamos corrigir essa distorção porque a infraestrutura disponível de dia é a mesma à noite”, afirma.

O professor diz que para remediar isso é preciso que haja uma nova valorização do centro, com o fortalecimento dos eixos culturais e protagonismo da administração.

O economista-chefe do Secovi, Celso Petrucci, lembra que já há uma onda de investimentos nessa região da cidade. “Nós já percebemos o movimentos nos últimos anos de levar imóveis residenciais para o centro expandido”, diz.

Todos os especialistas consultados dizem que como a economia vai se portar no futuro é determinante para investimentos imobiliários, independente da projeção de população em diferentes áreas da cidade. “Antever como vai haver o crescimento de um bairro depende da capacidade de investimento disponível”, diz Renato Genioli, coordenador do Sinduscon-SP.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/blogs/radar-imobiliario/vila-andrade-e-itaim-bibi-lideram-lancamentos/

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Conheça a ilusão que impede a virada para o sucesso, segundo o ilusionista Issao Imamura

Você sabe qual é a principal ilusão que vivemos na atualidade e que impede a nossa virada para o sucesso? É isso que um ilusionista vai te ensinar nesta entrevista para o canal TurnAround do empresário, escritor e palestrante Edgar Ueda.

Issao Imamura é considerado pela mídia o maior ilusionista do país e um dos 7 melhores do mundo. Recentemente ele foi escolhido como embaixador no Brasil do filme “Truque de Mestre 2”. Imamura encanta, motiva e inspira multidões com a sua arte.

Sua carreira como ilusionista somente em 1993, quando pela primeira vez na história fez a materialização ilusionista de um caminhão de 4 metros de altura que pesava 7 toneladas. O evento foi realizado no Clube Monte Líbano em São Paulo, assistido ao vivo por convidados. Foi o primeiro registro de materialização ilusionista de grande porte no país. Imamura está a frente da primeira empresa de ilusionismo do Brasil que tem como objetivo inspirar, emocionar e motivar a transformação de visões e mentalidades humanas.

Edgar Ueda: Como você decidiu entrar nesse universo?

Issao Imamura: Foi tudo por acaso. Ao completar 10 anos de idade eu era uma criança tímida. Naquela época toda criança descendente de japoneses tinha uma dificuldade em relação a interagir com o brasileiro. Ainda havia um certo preconceito nesse momento. Era normal que a criança se retraísse e ficasse timidamente no mundo dela. Ia muito bem na escola, tirava notas boas, mas não éramos muito integrado com toda a classe. Minha mãe percebendo isso começou a procurar formas para eu vencer a timidez e ter relacionamento maior com as pessoas. Então ela pensou: será que se eu der uma caixa de mágica pra ele, ao invés de um brinquedo, onde ele ia brincar sozinho ele irá interagir mais com as pessoas? Foi o que ela fez, viu uma caixa de mágica, muito rara, inclusive. Pesquisei no mundo inteiro, é uma caixa norte-americana maravilhosa, nunca mais eu vi. Não existe mais. Ela e meu pai me deram a caixa de presente. A diferença é que a caixa de mágica não é só apertar um botão e brinca sozinho, como hoje acontece muito isso. A caixa de mágica é você tirar os objetos e ver para que serve aquele objeto. Ler o manual de instruções e entender para que serve e fazer aquele objeto funcionar. Mas quando o objeto funciona você sabe o truque e nada te surpreende. A grande mágica acontece quando você mostra isso para outra pessoa e ela se surpreende. Foi essa a grande descoberta. Foi quando eu fazia a mágica acontecer e os familiares ficavam encantados. Foi quando fiquei motivado a apresentar esses atos para as pessoas em festas de família e amigos. Esse foi o grande momento e a grande virada, quando comecei a entender o que era mágica e para que servia essa mágica.

Edgar Ueda: Você fala que teve um estímulo e provocação da sua mãe. Hoje você vive um momento no entretenimento que esse encantamento vale como uma mensagem de inspiração, provocação, mudança. Qual é esse novo momento que você está vivendo?

Issao Imamura: Entre vários de momento de virada em minha e em minha carreira, este é um momento que eu creio ser o mais impactante. Todo meu sonho veio de um sonho daquela criança de 10 anos. Como tinha gostado da mágica, queria exercitar a mágica, ser famoso, ganhar dinheiro, viver daquilo que eu gosto de fazer. Dentre as várias viradas que eu tive a primeira aconteceu quando mudei da mágica para o ilusionismo. Depois na segunda do ilusionismo eu não sabia como sustentar e descobri nas empresas uma forma de ter um sustento constante para apresentar esse número e manter a minha arte. Depois foi a descoberta da televisão que me encontrou e fui em todos os canais para apresentar o que eu fazia de ilusionismo. Dentre todas as etapas, essa é a mais forte. Aquilo que mais frutificou foi quando eu consegui provocar uma mudança na vida das pessoas. Dentro das empresas, organizações, mesmo em eventos na televisão. Aquilo que mais era visto era aquilo que mais tocava as pessoas e provocava uma mudança nelas. Então eu percebi que era isso que eu precisava como nova missão. Não é mais fazer um carro, um caminhão, um helicóptero aparecer. O que eu posso fazer para tocar no coração das pessoas e provocar uma transformação na vida dela. A verdadeira mágica que eu posso fazer não está no palco, está naquilo que a pessoa vai fazer na vida dela que antes era impossível, até que ela assistisse minha apresentação e naquele dia ela teve o estalo: eu vou mudar. Foi então que comecei a acordar para isso, comecei a entender, estudar, ter um relacionamento maior com o criador de toda a Terra, com Deus. Comecei a perceber que essa era a minha nova missão. Estudei durante 24 anos todo o ilusionismo por uma única missão que era semear no coração das pessoas uma semente de transformação.

Edgar Ueda: Desde o começo você vem trilhando esse caminho de primeiro entreter para empreender, agora inspirar e motivar. Falta isso nas empresas e nas pessoas, em não olhar só pra si e não monetizar tudo que faz? Qual é o recado que você deixa para que as pessoas tenham sua mudança talvez mais cedo, mais rápido?

Issao Imamura: Talvez aquilo que funcionou para mim não funcione para as pessoas, mas eu vou compartilhar de todo coração aquilo que funcionou para mim. Talvez se eu tivesse prestado atenção funcionaria até antes. A nossa busca não é por recursos que precisamos. A gente vive numa cidade grande que muitas vezes nos ilude. Nós somos assoberbados por nossos compromissos. Parece que é legal falar: “não posso falar com você hoje pois tenho muitos compromissos, uma reunião para resolver, um projeto pra cumprir”. Parece que é valoroso numa cidade tão cara como São Paulo ou outra grande cidade como Nova Iorque você falar que está cheio de compromisso que geram muito dinheiro e você faz parte desse mundo que está gerando muitos recursos e sustentando famílias. Parece que isso é legal, mas muitas vezes isso é uma ilusão. Você fica preso neste mundo, achando que o mundo gira em torno desta mecânica e não é. Há um mundo gigantesco cheio de coisas acontecendo em paralelo. Tem gente que diz que no fim do ano ajuda algumas instituições e isso até é para tirar o peso da consciência sobre aquilo que você não fez no ano inteiro de forma correta. É legal, melhor do que não fazer isso, mas o bom é no dia a dia. Qual é a nossa missão? Porque estamos aqui? Certamente não estamos aqui para colocar mais dinheiro na conta. Creio que estamos aqui para criar, assim como o nosso corpo funciona de uma forma fantástica, sem termos que cuidar para que o sangue corra, sem pensar para que o coração bata. Cada um de nós somos um órgão ou pertencemos a uma célula que forma um órgão. Esse mundo quando ele é saudável cada órgão, cada célula, funciona da maneira correta. Quando ele não funciona o mundo fica doente. É o que vemos hoje, um mundo doente. Na minha percepção isso acontece quando o homem busca aquilo que é a missão dele: a sabedoria. A sabedoria é aquilo que você pode aprender todo dia. Não conhecimento. A sabedoria é aquilo que permite você criar um legado, uma geração que possa construir aquilo que você fez hoje de forma positiva. Há 20 anos muitos do que estão hoje na delação premiada eram meus heróis. Queria ser empresário como eles, que conseguiam gerar negócios, fazer coisas fantásticas, era um salvador do país, um cara que gerava muitos empregos. Queria ser esse cara, mas hoje percebo a ilusão que eles vivem. Na verdade eles faziam tudo para chegar aonde eles queriam a qualquer custo, a qualquer preço. Isto é uma falta de sabedoria.

Quer sempre ficar atualizado sobre o TurnAround de pessoas de sucesso e ainda receber conteúdo transformador? Inscreva-se agora no meu canal no YouTube (https://goo.gl/hK1tQA), ative o sininho e você sempre terá informações de como mudar a sua vida. Assista a entrevista completa aqui https://youtu.be/AYtBlM7H5kg

Acompanhe as nossas redes sociais e saiba em primeira mão novidades sobre o pré-lançamento do meu livro sobre os 3 pilares do TurnAround, que acontece neste ano!

 

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Bruno Foster revela como as táticas do Pôquer podem potencializar o Jogo dos Negócios

O mundo dos negócios tem muito a aprender com as técnicas do pôquer. As técnicas desse esporte mental pode favorecer a realização de bons negócios. O cearense Bruno Foster é, sem dúvidas, um dos expoentes do pôquer brasileiro.

Ele acumulou inúmeras conquistas ao longo de sua carreira, sendo a principal delas a mesa final do Main Event da WSOP (principal torneio do mundo). Um feito que até hoje, nenhum outro brasileiro igualou. O nome Bruno Foster também é referência quando falamos de ensino. Ministrou cursos e aulas para centenas de alunos, ajudando-os dessa forma a realizar seus sonhos no game.

Nesta entrevista para o canal TurnAround de Edgar Ueda, você vai aprender que pôquer é paciência pra não fazer jogada equivocada ou precipitada, assim como no mundo dos negócios. Um jogador profissional de pôquer se prepara para ser um campeão. Trabalha o cálculo matemático, usando a teoria da probabilidade. No mundo dos negócios também temos as probabilidade do que pode dar ou não dar certo.

Edgar Ueda: Qual foi o seu grande momento de virada para você chegar onde chegou?

Bruno Foster: Posso ressaltar dois pontos, uma parte pessoal e uma parte profissional. Na parte pessoal foi no momento em que decidir fazer o que eu mais amava na vida que era jogar pôquer. Já jogava recreativamente há mais ou menos sete anos, já era lucrativo jogando pôquer, mas eu tinha um trabalho em paralelo. O trabalho em paralelo não me dava felicidade. Trabalhava com aquilo porque eu precisava. Tive um momento de reflexão e falei pra mim: eu quero fazer o que me faz feliz. Veio a parte profissional, quando tive a oportunidade de sair da empresa que eu trabalhava por meio de um acordo com o meu chefe. Dali em diante disse que queria tocar minha vida com o pôquer e calhou muito certo de ser perto de um torneio que ganhei. Foi o campeonato brasileiro em 2008. Acho que meu turnaround foi quando eu decidi me dedicar só ao pôquer. O meu lado pessoal pedia isso pra mim, junto com essa grande conquista que foi o campeonato brasileiro. Então foi a junção do meu lado profissional com o meu lado pessoal.

Edgar Ueda: O pôquer usa muito estratégia, matemática, leitura comportamental. Vamos falar para o universo de negócios. Como o pôquer pode contribuir nas negociações, no dia a dia dos profissionais?

Bruno Foster: São várias coisas, mas algumas que eu posso dizer é que hoje não sou só jogador de pôquer, mas sou empresário. Invisto em áreas dentro do pôquer, mas que não é jogando pôquer. Vejo que posso me beneficiar muito em vários setores, como por exemplo, o tratamento pessoal. A minha relação com as pessoas é muito melhor do que era antigamente. Hoje não é só questão de você ler a pessoa, mas é usar o que você aprende no pôquer para a sua vida nos negócios. Uma das coisas que o pôquer me deu foi conseguir esse trato humano. Essa relação humana com as pessoas hoje é muito mais fácil pra mim, não só no meu ciclo de amizades como também no meu ciclo profissional. Graças ao pôquer eu presto muita atenção nas pessoas.   

Edgar Ueda: O poker tem também tomadas de decisões. Algumas podem impactar totalmente o seu jogo numa tomada de decisão certa ou errada. Como você se prepara para que a tomada de decisão seja mais assertiva, embora nunca previsível?

Bruno Foster: Primeira coisa que a pessoa tem que fazer no pôquer é estudar. Se você vai jogar e acha que vai sentar, brincar, se divertir e ganhar dinheiro, você não vai. O pôquer, que é classificado como um esporte mental, assim como o xadrez ou dama, ele exige muito de quem quer se tornar profissional ou como quem quer jogar como hobby lucrativo. Então as tomadas de decisões que você tem numa mesa de pôquer hoje são baseadas no estudo, no conhecimento que você adquiriu. Então se você estudou muito, está muito mais preparado para aquela situação, então a chance de você acertar é muito maior do que dos seus oponentes. É mesma coisa no mundo dos negócios, se você pega um cara mega preparado, que já tem experiência e vai assumir uma empresa, a chance dele ter sucesso tanto nos negócios quanto com as pessoas é muito grande. E se você pegar um cara que está mais ou menos preparado, tipo, vamos arriscar que esse cara é mais barato, a chance de dar errado é maior. No mundo do pôquer é exatamente a mesma coisa. Se eu e você fossemos jogar pôquer a sua chance seria pequena, mas ela existiria, como tudo na vida. É a mesma coisa quando a gente fala de um empresa. Se a gente fosse hoje tocar uma empresa você teria muito mais chance de sucesso do que eu. Você tem muito mais experiência e uma preparação melhor que a minha. Então acho que quando a gente mexe com o mundo dos negócios e o pôquer a gente consegue fazer uma relação de que as tomadas de decisão, as coisas que você vai ter como assertivas, estão muito mais dedicadas ao tamanho do seu conhecimento e a sua preparação do que simplesmente você sentar, achar que vai dar tudo certo e arriscar.

Edgar Ueda: Antes de começarmos a gravar você falou que entrou no pôquer por acaso, mas foi se envolvendo jogando. Ás vezes as pessoas demoram muito para entrar no jogo dos negócios, esperando estar preparado. Temos uma máxima de que feito é melhor que perfeito. Você se aperfeiçoa fazendo. Você também acredita nisso, que vai ficando melhor na medida que você faz ou tem que estudar muito antes de começar a jogar?

Bruno Foster: Não. A balança tem que funcionar: estudo e experiência. Adianta eu estudar física quântica se nunca vou aplicar isso na minha vida? Não vai me resolver de nada. É mesma coisa no pôquer. Se você estudar, estudar e estudar, na hora de jogar você não vai saber aplicar com maestria. Pois você tem muito a parte técnica, mas não tem nada de experiência. Acredito que isso seja para tudo na vida. Você tem que ter um equilíbrio, tanto na parte de estudo, como na parte de prática. É como se fosse uma conexão. Um ligado ao outro e se você faltar com um você não consegue passar pro outro.       

Edgar Ueda: Gostaria que você compartilhasse três características. Uma sendo sobre qual foi comportamento que você teve para ser mais relevante para chegar onde chegou. Qual foi a competência que você mais tinha e qual foi seu mindset? Quais foram as predominâncias?

Bruno Foster: Sou bom com pessoas. Meu mindset foi uma preparação. Há 10 anos eu tinha um mindset, cinco anos depois eu tinha outro. Hoje eu tenho outro completamente diferente. Lá atrás eu não tinha um mindset forte. Hoje percebi o quanto isso é importante e investi em cursos, em palestras. Então fui buscar um aprimoramento daquilo que eu nem achava que era importante. Descobri que era importante na caminhada. Na minha virada eu não sabia o quanto importante era o mindset, só que já trabalhava ele de uma forma inconsciente. O que me passava pela cabeça naquela época era de que eu precisava usar o meu tempo livre pra me dedicar. Comecei a dividir as minhas tarefas no tempo por momentos de estudo, de jogo e de investimento também. Investi muito em mim.   

Edgar Ueda: Quando as coisas não estavam caminhando na velocidade que você queria, qual era a sua reação com os acontecimentos, principalmente quando eles não eram tão positivos?

Bruno Foster: Tenho uma qualidade que me ajudou muito nisso que é proatividade. Mesmo nesses momentos difíceis eu nunca fiquei parado, reclamando ou chorando. Sempre fui assim na minha vida para tudo. No pôquer não foi diferente. A diferença é que o pôquer dá muitas pancadas. Costumo dizer para todos que o pôquer é a melhor profissão do mundo, mas em compensação é a profissão mais difícil do mundo. Posso dizer isso pois vivo do pôquer e jogo há 14 anos e sei o quão difícil é você se manter no topo, sendo profissional e vivendo de pôquer. Minha proatividade e determinação fez com que eu passasse por coisas e dizia pra mim mesmo: eu vou continuar. Tenho vários amigos que são profissionais e vivem disso há muitos anos. A mídia de pôquer vende de que a nossa vida é maravilhosa, é igual ser jogador de futebol. Todo mundo de 14 anos quer ser jogador de futebol. Com o crescimento do pôquer você vê todo mundo querendo ser jogador de pôquer. Tenho uma filosofia que uso como ideologia: é possível, mas não é fácil. Para que as pessoas tenham essas consciência, não se deslumbrem e parem de fazer faculdade, de trabalhar para jogar pôquer com a ideia de serem ricos. Não funciona assim. Então tenho essa carga de consciência e gosto sempre de frisar e deixar bem claro isso. Não é tão fácil e tão lindo como se parece. Assim como em todos os mercados em que a gente se dedica, tem as pessoas que dão certo.

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Mentoria TurnAround: O treinamento de alta performance que vai fazer de 2018 o ano da virada

 A sala de convenção do Edifício Flims no Swiss Park Office, em Campinas (SP), foi palco de uma energia arrebatadora nos dias 13 e 14 de janeiro. O motivo foi o primeiro encontro presencial da Mentoria TurnAround 2018 conduzida pelo empresário, escritor e Mentor Edgar Ueda. Profissionais dos mais variados segmentos da economia nacional e internacional se reuniram para traçar estratégias e colocar em prática ações que resultem em alta performance de resultados, tanto na vida pessoal quanto nos negócios. A intenção de demarcar 2018 como o verdadeiro ano da virada de todo o grupo.

👨‍🏫 Ao longo do ano, todos os participantes serão mentorados por Edgar Ueda. Ele será o facilitador para mudanças comportamentais, introduzir novas competências, expandir o Mindset e modelagem de posturas baseadas em pessoas de sucesso. Os atendimentos serão individuais e personalizados, mas a cada mês, até dezembro, haverá um fim de semana com encontro presencial de todo o grupo.

🎯 Neste primeiro encontro, além de todas as instruções de Ueda, o grupo também contou com um treinamento da Master Coach Eliane Assis que aplicou o Curso Oficial do “O Poder da Ação”, livro best seller do também Master Coach e escritor Paulo Vieira.

🤝 O grupo multiprofissional também é uma oportunidade exclusiva para networking avançado e reciprocidade na troca de experiências e serviços, o que fomenta novos negócios e parcerias. A intenção da mentoria é a obtenção de resultados reais de alta performance e potencialização de resultados dos participantes que serão medidos e acompanhados mês a mês

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💥 Para saber mais sobre Edgar Ueda, considerado um multiplicador de milhões no mercado imobiliário e um facilitador de novos negócios, basta acessar seu site que é o www.edgarueda.com.br. Toda semana há um vídeo novo que fomenta a alta performance para o TurnAround em seu canal no YouTube que pode ser acessado aqui: https://goo.gl/hK1tQA

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As premissas que fazem os negócios de Murilo Gun serem um sucesso

Murilo Gun foi um dos pioneiros na internet do Brasil. Fez sucesso durante anos na comédia. É escritor, palestrante e professor de criatividade. Formado em Administração, com MBA em Gestão, largou a vida de empresário pra ser comediante. Atualmente dá palestras sobre criatividade, inovação e empreendedorismo. Fora do Brasil, já apresentou sua teoria sobre criatividade no maior e mais antigo congresso de Criatividade do Mundo. Com base nessa experiência em criatividade, criou o curso online Reaprendizagem Criativa, que atualmente conta com mais de 2.800 alunos.

Em entrevista para Edgar Ueda, no canal TurnAround, ele revela todos os seus comportamentos criativos e as suas premissas que definem sua vida com inúmeras viradas de sucesso.

Edgar Ueda: Vamos falar de um tema que é TurnAround focado em algumas características que você domina bem que é a criatividade e inovação.

Murilo Gun: O uso de TurnAround, independente de ser empresário, até profissional individual, qualquer processo de reinvenção acho que não precisa ser pelo método “chutar o pau da barraca”, radical. É possível fazer um TurnAround suave, não precisa ser extremamente traumático. Num momento eu era um empresário de tecnologia no Recife e tinha 40 funcionários e em outro momento eu era contador de piadas. Não tinha nada a ver. Depois de piadas para a educação é um TurnAround um pouco menos louco. As minhas experiências com isso foram muito softs. Eu estava com a empresa de internet e durante dois anos fui fazendo shows à noite. Chamava isso de “vida de puta”, tinha um trabalho normal de dia e a noite fazia show. Todo negócio, toda nova vida é uma hipótese, você tem premissas. No meu caso a premissa número um era: “esse negócio de humor está crescendo”, já que o standup estava começando. Premissa número dois: “eu consigo fazer essa porra”. Eu só tinha feito um discurso de faculdade engraçado, uma brincadeira num bar. Terceira premissa: “eu gosto dessa porra”, não adianta ser bom, ter demanda e achar um saco fazer isso. Você precisa ter clareza nas premissas, sempre tem mais de uma. São achismos, suas hipóteses, são suposições. Já que eu tenho as premissas, como vou testá-las? A gente aprende na escola, é científico, você tem uma hipótese, faz um experimento, se ele deu negativo você aprende e volta a fazer outro experimento. Se deu positivo está feito. Passei dois anos testando hipóteses. Na vida de puta você tem que estar disposto a entrar num modo hard work, louco, pois o processo de transição dessa fase é turbulenta. Eu tinha que estar na minha empresa, foco em performance, cliente, cheio de desafios e chegava em casa sete, oito da noite, escrevia e estudava piadas até meia noite. Foi um momento que tive que abdicar de coisas. Na época tive facilidades pois não era casado, não tinha filhos, mas abdiquei. Festas, coisas que eu gostava de fazer deixei de fazer naquele período para poder ter duas vidas paralelas. Passei dois anos fazendo show a noite toda quinta, sexta e sábado. Ia para João Pessoa de carro e voltava na madrugada para descobrir que o standup estava crescendo. Final de semana de Recife eu ia para São Paulo, teve investimento financeiro também, comecei a pegar algumas reservas minhas. Se você faz um negócio de forma enxuta, fazer as coisas pequenas pois se dar errado o erro também é pequeno. Tirei dinheiro para passar um feriadão na putaria em Pipa (praia) para ir para São Paulo fazer cinco minutos de participação no show que tinha com o Rafinha (Bastos), Danilo (Gentilli) e Oscar Filho. Eles faziam show num bar em Santo Amaro para 100 pessoas. Troquei a farra do feriadão para testar. Vi que a minha hipótese de que o negócio estava crescendo estava validada. Dois meses depois quando eu vinha pra São Paulo já tinha duas sessões de 200 reais a entrada. Hipótese um validada. Hipótese dois: “estou mandando bem, a turma está gostando”. Joguei um vídeo no YouTube e no terceiro vídeo do meu standup postado bombou. E terceiro eu estava curtindo. Tem outra hipótese que é estar ganhando dinheiro, tem mercado, mas tem que encontrar um modelo de negócio. Encontrei um modelo de negócio que foi o foco corporativo. Na minha época a minha estratégia foi de um nicho maior, mas que estava sendo ignorado. Ninguém estava dando bola para standup para empresas. Descobri esse nicho e aí troquei a chave. Trabalhava a 12 anos com internet, tinha 40 funcionários e troquei tudo para viver de contar piada. Quem via de fora achava que eu era louco. Não era loucura, foi muito tranquilo. Foi uma operação feita com risco zero. Minha meta era assim: “quando eu tiver durante três meses seguidos ganhando com standup, só trabalhando quinta, sexta e final de semana ganhando mais do que ganho na minha empresa, eu paro. Mostra que eu já encontrei um fluxo de receita e modelo de negócio”. Quando eu consegui três meses pensei em mais três meses. Quando consegui seis meses seguidos conseguindo faturar com comédia mais que o meu pró-labore eu sai da empresa. Não teve estresse nenhum. Os meus TurnArounds foram loucos, mas softs. Não dá para sempre ser assim, mas é possível ser assim. É possível planejar, arquitetar, ter estratégia. Agora existem ocasiões que vem uma crise, um acidente, uma tragédia, alguma coisa que muda o status quo. Toda crise é uma espécie de convite forçado à mudança. Eu nunca vivi uma situação de convite forçado à mudança. Fiz vários TurnArounds na minha vida, todos intencionais, planejados e softs. Desde o primeiro, foi quando eu estava no colégio, no primeiro ano do Ensino Médio e foi um grande TurnAround quando resolvi largar o colégio para montar uma empresa de internet em 99. No século passado eu com 17 anos combinei com o meu pai de ele deixar eu largar o colégio para montar uma empresa de fazer site. Deixei de ser estudante para ser empresário. Seis meses depois captei um milhão de reais em investimento, salário mínimo era de 120 reais, com 17 anos tive 40 funcionários. Então teve o TurnAround de estudante para empresário de internet. De empresário de internet para comediante e comediante para empresário de educação. Esse último foi o mais fácil, mais suave. Acredito muito que mesmo numa mudança total de transformação há uma destransformação e o trauma gerado no que você fazia, muitas vezes te cega de aproveitar conhecimento de coisas que você fazia para ajudar nesse novo negócio que você quer. Eu não saí da comédia para a educação, levei a comédia para a educação. Juntei as coisas. O que você pode trazer do seu passado que pode te conectar e ajudar? Vejo pessoas tão traumatizadas com experiências ruins que querem esquecer. Veja o que aproveita. Meus TurnArounds foram três e todos softs. Pretendo ter outros TurnArounds. Acho que a cada 10 anos gostaria de mudar totalmente de vida. Passei 10 anos trabalhando com internet, 10 anos ainda andando com a comédia, passar 10 anos com a educação e depois quero cantar pagode.

Edgar Ueda: Quero falar sobre duas coisas que estão estampadas em você, pela sua tatuagem que é o Hard Work (trabalho duro), mas você consegue fazer com maestria pois você ama as coisas que você faz. Tenho uma máxima na minha vida que me fez chegar aonde cheguei que é 6, 12, 5. Trabalhar 6 dias por semana, 12 horas por dia e durante 5 anos intensamente. Quando cheguei ao Brasil as pessoas me chamavam de louco, trabalhava 12 horas por dia, inclusive aos sábados. O que você acha disso?

Murilo Gun: Acho que esses 6 e 12 seu é a “vida de puta” que eu falei. É legal o cinco para mostrar que não pode ser para sempre. A vida de puta é uma fase, tem que acabar. Enquanto você colocou 5 como limitador a minha vida de puta foi a média financeira. O hard work não significa viver nesse modo 6 de 12 pro resto da vida, senão não é saudável. O hard work significa estar pronto para se necessário entrar no modo intenso e consistente se necessário. Também inclui coragem, não é só horas trabalhadas. Meu hard work é uma montanha-russa. O segredo para você aguentar é você curtir a jornada. De fato eu amo tudo que faço, mas quando digo tudo, esse tudo é assim, eu amo o output, os resultados do que eu faço. Mas durante o processo de fazer tem várias coisas que eu não gosto, mesmo assim eu faço. Não pode você ter uma jornada que você odeia para um output que você ama. Tem que ter uma jornada que você ama uma boa parte e um output que você ama toda a parte.

Edgar Ueda: Você falou no nosso bate-papo inicial que as pessoas costumam ficar num método só. Existem inúmeros métodos para você alcançar o sucesso, seus objetivos, suas metas. Tem uma frase que também carrego comigo que diz: “Qual foi a última vez que você fez algo novo pela primeira vez?”. É importante mudar o caminho, independente se você está ganhando o jogo. Você pode ganhar de uma maneira com mais qualidade e com mais velocidade. O que isso significa para você e o que você pode deixar como mensagem para quem quer mudar de vida?

Murilo Gun: Tem uma coisa que eu sempre penso que é parar para afiar o machado, que é melhorar o método. Se o machado está cortando uma árvore por hora, você para um dia para afiar o machado e no outro dia você corta duas árvores por hora. Esse dia perdido em dois dias você recupera. As pessoas muitas vezes entram num jeito de fazer as coisas e não param para afiar o machado. Esses dias, com a minha assistente, na nossa reunião semanal, o tema da reunião foi sobre um ateliê que tenho aqui e a discussão foi a de mudar pelo ambiente estar a muito tempo desse jeito. Como podemos afiar o machado desse ambiente. Nós somos muito resultado do ambiente. Não só macro, mas também da disposição dos móveis do seu quarto. A criatividade não é só no output, não é só na obra final. Tem a criatividade interna, de método. Criatividade não é fazer coisas esteticamente bonitas. Criatividade é encontrar formas melhores, diferentes de fazer uma coisa. Uma das fórmulas da Toyota foi mudar a forma de manufacturing e nisso revolucionou todo o sistema de qualidade do mundo e veio disso. Na realidade a Toyota não mudou só o mercado de carros, ela mudou o mercado de tudo. De produzir coisas de consistência, qualidade, produtividade e método.

Edgar Ueda: Vamos falar de três itens que na minha jornada foram muito estratégicos. Mudança de comportamento, queria que você resumisse quais são os seus comportamentos, qual é a competência que você teve e qual é seu mindset sobre tudo isso que acontece na sua vida?

Murilo Gun: Pra mim competências importantes que fizeram a diferença uma eu chamo de explicabilidade, que na verdade é comunicação, storytelling, um pouco de vendas, um pouco de empatia, é ser compreendido e algumas vezes para fins de educação. A mesma habilidade que faz um vendedor clássico, que concretiza a venda e a que faz um professor clássico que faz uma boa aula, no fundo é a mesma. Um professor também vende ideias. Chamo isso de explicabilidade, essa acho que foi muito importante. Outra palavra é coragem, é ir mesmo com medo. Não dá para a gente eliminar o medo e o risco 100%. Se uma coisa tem zero porcento de risco não tem nenhuma criatividade, não tem inovação. Você está repetindo o padrão. Para um risco ir a zero significa que já foi extremamente testado. Se foi extremamente testado, é mais do mesmo. Não dá para desassociar o risco do fazer diferente. Sempre tem risco. O desafio não é levar o risco a zero, o desafio é tentar reduzir o risco e encarar mesmo com risco. Temos que gerenciar o medo, os medos que são transferidos para a gente, que as pessoas nos transferem, muitas vezes são medos irracionais. Tem que saber se esse medo é real ou ilusão. É gerir os medos e ir em frente mesmo com eles. Outra parada que é até meio brega é o pensamento positivo. Ver o lado positivo das coisas, que envolve desde quando acontece uma merda e ao invés de resmungar questionar: “qual é a aprendizagem”? Penso mindset como linguagem de computador, set de settings. O painel de controle do Windows, como está setado. A minha mente está setada em atitude mental positiva. No enfrentar o medo, vou encarar.

Edgar Ueda: A mentalidade que se fala hoje é na sua vida tudo que acontece, qual é a reação aos aos acontecimentos?

Murilo Gun: Dentre as principais reações a que mais se destaca é: “o que eu aprendi com isso?”. Não só nas coisas ruins. Se o cara está dando uma palestra e o assunto não me interessa eu vejo a forma como ele anda no palco, com isso aprendo alguma coisa. Vejo o slides dele, a iluminação do teatro. Sempre eu aprendo alguma coisa.

Quer sempre ficar atualizado sobre o TurnAround de pessoas de sucesso e ainda receber conteúdo transformador? Inscreva-se agora no meu canal no YouTube (https://goo.gl/hK1tQA), ative o sininho e você sempre terá informações de como mudar a sua vida. Assista a entrevista completa aqui PARTE 1 https://youtu.be/Q0HwtW5kGQ0 e PARTE 2 https://youtu.be/K4Y5Zf31Vdo

 

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